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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Pesquisa aponta que professores desconhecem o ECA e medidas de prevenção de violência nas escolas

Uma pesquisa da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP - USP) analisa a representação do ECA para os educadores da rede pública de ensino e as implicações nos processos de mediação e prevenção da violência nas escolas.
Para orientador do estudo, Sérgio Kodato, as distintas opiniões e percepções se dão pelo desconhecimento do Estatuto. Leia mais no Promenino: 
http://www.promenino.org.br/noticias/especiais/pesquisa-aponta-que-professores-desconhecem-o-eca-e-medidas-de-prevencao-de-violencia-nas-escolas

Seminário Comunidade e Escola: semeando a Cidade Educadora/ SP

Serviço:
Comunidade e Escola: semeando a Cidade Educadora”.
Data: 06 de março de 2015 (sexta-feira), das 9h às 17h.
Local: Av. IV Centenário, 1268, CEP 04030-000 São Paulo SP Brasil
Inscrições: http://blogdocarta.blogspot.com.br/p/inscricoes-seminario.html
Contato: cartadaterra@prefeitura.sp.gov.br
Capacidade máxima: 150 pessoas.
Entrada franca.
Programação completa
9h-9h30: Abertura: Comunidade e Escola semeando a Cidade Educadora – a proposta
Ana Cristina Vacarelli – Diretora da UMAPAZ
Helena Singer – Diretora da Cidade Escola Aprendiz
Lia Salomão – Coordenadora da Carta da Terra
9h30-11h30: Atividades em grupo
Os participantes se dividirão em dois grupos de acordo com seu interesse por uma das atividades propostas
Atividade 1: Debate – A Comunidade na Cidade Educadora  
Ladislau Dowbor: economista, professor da Pós-Graduação na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Maria Cecília Carlini – Diretora da Sala CEU da SME-SP (a confirmar)
Maria Cecília de Luna (dona Lourdes): Presidente da Associação dos Moradores do Jardim Casa Branca e Adjacências e membro do Conselho do CEU Casablanca
Renato Rocha de Lima: fundador do Coletivo Dedoverde e articulador comunitário
Estudante de escola parceira do Coletivo Dedoverde (a confirmar)
Mediação: Paula Patrone – coordenadora executiva da Cidade Escola Aprendiz
Atividade 2: Aventura Ambiental no Parque Ibirapuera
Atividade permanente – DEA/UMAPAZ
Instrumento de Educação Ambiental e Cultura de Paz que busca sensibilizar seus participantes através de ensinamentos teóricos e práticos utilizando o Parque Ibirapuera como espaço para estudo do meio. Consiste em uma visita monitorada com apresentação histórico-cultural do Parque, assim como sua flora e fauna, proporcionando experiências e vivências afetivas com o meio ambiente.
11h30-12h: Dança Circular
Coordenação: Estela Gomes – UMAPAZ
A dança circular, em diversas culturas, expressa a relação do ser humano com a natureza, com a sociedade e com a vida e também se apresenta como prática integrativa para vivência da alegria e união do grupo.
12h-13h30
Almoço nos restaurantes nas redondezas do Parque Ibirapuera.
13h30-15h30: Atividades em grupo
Os participantes se dividirão em dois grupos de acordo com seu interesse por uma das atividades propostas
Atividade 1: Debate – A Escola na Cidade Educadora
Fernanda Araújo: Coordenador de Promoção do Direito à Cidade da SMDHC-SP
Beatriz Goulart – Arquiteta e urbanista do Centro de Referências em Educação Integral
Braz Rodrigues Nogueira – Diretor da EMEF Campos Salles
Nicole – Prefeita da República de Alunos da EMEF Campos Salles
Lucas – Secretário da Saúde e Ambiente da República de Alunos da EMEF Campos Salles
Mediação: Agda Sardenberg – coordenadora executiva da Cidade Escola Aprendiz
Atividade 2: Desenho da Natureza
Vivência oferecida pela UMAPaz que tem como objetivo o desenvolvimento do olhar, a expressão através do desenho e o cultivo da relação amorosa do ser humano com a natureza.
15h30-17h: Café com Troca
Exposição das experiências de articulação escola-comunidade para a transformação socioambiental dos bairros da cidade:
- Caminhada pela Paz – Movimento Sol da Paz/Bairro Educador de Heliópolis, zona Sudeste
- EMEI Chácara Sonho Azul e o Fórum Fundão do Jardim Ângela, zona Sul
- EMEF Julio de Grammont, CEU São Rafael e DRE São Mateus – Horta Comunitária e Centro de Educação em Direitos Humanos de São Mateus, zona Leste
- Educação Integral para uma São Paulo Educadora da DRE Butantã, zona Oeste
Os participantes poderão conhecer mais sobre estas experiências e conversar com seus agentes.
17h-17h30: Encerramento
Fechamento do encontro e abertura para novas articulações
Distribuição do livro Ariculação Escola-Comunidade da Associação Cidade Escola Aprendiz para os interessados
Distribuição de mudas do viveiro da UMAPaz para as pessoas que se responsabilizarem por seu plantio.
17h30-18h
Dança Circular Sagrada
Coordenação: Estela Gomes – UMAPaz

III Encontros e Diálogos sobre a Educação de Infância/ Lisboa

Mais informações:
http://www.eselx.ipl.pt/agenda/iii-encontros-e-dialogos-sobre-educacao-de-infancia

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

VI Congresso Intenacional de Santa Maria/ RS



Entre 06 e 09 de maio ocorre o VI Congresso Intenacional de Santa Maria/ RS, com o tema Educação Humanizadora e desafio éticos na pós-modernidade.

Submissão de trabalhos de 02 de março a 13 de abril.

Mais informações: http://www.fapas.edu.br/congresso/index.html


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Ontem vi uma pipa que brincava com meninos...

Ontem no início da tarde, eu caminhava para ir a faculdade.
Ao passar por um dos pontos de ônibus do meu bairro, observei  três meninos que aproveitavam a ventania para brincar de pipa.
Um dos meninos, na verdade era um pouco maior que os demais, alem disso, ele é  morador de rua e sofre de problemas mentais. Ninguém sabe ao certo de onde ele veio, nem para onde vai, o que se sabe é que transita pelo bairro e pela cidade e entre pessoas que manifestam os mais variados sentimentos que vão da piedade ao desprezo.
Porém aqueles cincos minutos que observei a brincadeira, me fizeram refletir e mais uma vez me sensibilizar com as crianças.
Elas pareciam não se importar nem um pouco, com todas aquelas moralidades e desvios que emanam de sujeito socialmente marcado por stigmas que nós adultos tanto nos importamos. Como  por exemplo, o fato dele ele ser doente, morar na rua, ou ser negro.
O mais importante era a brincadeira, o voo da pipa que livre-mente dançava no céu.
A pipa brincava com os meninos e estes brincavam com a vida.




A PIPA
A pipa voa sem asas.
Livre, corta o céu.
A pipa dança no azul.
A pipa é dona do azul
A pipa é festeira. É atrevida.
É abusada a debicar.
Ela enfeita a imensidão
Com cores e rabiolas.
A pipa voa tão alto... tão alto....
A pipa é biruta.
A pipa é batuta.
Faz troça com o vento, faz firula...
A pipa é o sonho do menino.
As pipas são as asas do menino.
Ah! Como a pipa é bonita!

                                             Fatima Reis

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Persépolis, um filme bom para pensar

Pois bem, aqui estou eu e minhas tentativas de análise.
No ano passado( que legal falar isso), enquanto procurava informações sobre a Pequena Loja de Suicídios para discutir aqui, encontrei correlações com este filme que indico hoje. 
Em tempos de terrorismo e certa tensão global(ou talvez européia), é interessante perceber o olhar da crianças diante desses conflitos e Persépolis é um dos filmes que tenta revelar isso. 
Trata-se de uma animação francesa, criada em 2007 e baseada na vida de Marjane Satrapi, homônimo de Grabrielli Lopes, que escreveu o livro e dirigiu o filme juntamente com Vincent Paronnaud. 
O filme inicia-se com a doce e inocente Marjane, no auge dos seus oito anos e sonha em ser profetisa para salvar o mundo.  Entretanto por viver em meio à discussões políticas incitadas por sua família a menina acaba adquirindo senso crítico sobre a sua realidade e em um momento do filme chega a questionar a existência de Deus, assim como desiste de ser profeta. 
Assistindo o filme, podemos ver como opera o imaginário da criança e como este é recriado por ela mesma, visto que aos dez anos, a protagonista já faz críticas sob o seu país e sobre a sociedade em que vive. Podemos observar também como opera o sentimento revolucionário em uma menina que ouve punk-rock e se recusa a usar o véu. 
Na adolescência Marjane sai de seu país e tem um novo aprendizado: conviver como a diferença. Em diversas escolas que frequenta, ela é tratada como uma alteridade radical, na qual todos se assustam ao saber que ela já acompanhou uma revolução! 
Já adolescente, cansada daquelas pessoas e desiludida com o amor, Marjane volta ao seu país e percebe que os regimes estão ainda mais brutais, principalmente com as mulheres. Apenas uma pausa aqui para dizer que este filme também é bastante interessante para se discutir gênero. 
Após se casar e perceber que estava totalmente condicionada a cultura de seu país, ela não suporta tanta repressão e se separa, sendo novamente é expatriada do seu país aos 22 anos, para nunca mais voltar
Longe de querer escrever uma sinopse do filme, minha tentativa foi a de demonstrar a ação e a percepção de uma criança menina em meio aos conflitos de seu país, bem como a de revelar como opera o processo de transmissão de uma ideologia em um ambiente repressivo. 
Por esse e por outros motivos(que só os senhores irão descobrir) vale a pena ver Persépolis!









Os diversos caminhos das crianças ao irem à escola

Uma série fotográfica  apoiada pela Unesco buscou revelar as dificuldades encontradas por crianças ao redor do mundo, inclusive no Brasil, em seu trajeto em direção à escola. 
A série foi batizada de “Journeys to School”.
Um belo incentivo para inciarmos 2015!

Alaska - EUA 


Wyalkatchem – Austrália



Calcutá – Índia


Casablanca – Marrocos


Djibo – Burkina Faso

Essonne – França




Maripasoula – Guiana Francesa



Hoëdic – França


Mae Sot – Tailândia


Misrata – Líbia


Nairobi – Quênia



Sertão – Brasil



Fonte: Razões para acreditar: http://razoesparaacreditar.com/sobre/

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Crianças!

Boa noite, 

estou aqui excepcionalmente na terça-feira para falar sobre um vídeo do canal Porta dos Fundos. 

Adoro esse canal, principalmente pelo fato dos comediantes serem tão habilidosos em produzirem um humor crítico à sociedade.

A cada vídeo produzido, observa-se a criatividade em se inverter, questionar e satirizar as normas sociais. Ao meu ver, isso se aproxima e muito com o que as crianças fazem. 

Neste vídeo  os produtores demonstram inúmeros questionamentos: primeiro  uma sociedade cada vez mais controlada por remédios, segundo o engendramento destes remédios nas crianças como forma de controle(a famosa ritalina é citada) e terceiro as noções de educação. 

Divirtam-se!