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quarta-feira, 30 de março de 2011

Criança, a alma do negócio

CRIANÇA, A ALMA DO NEGÓCIO

Um documentário sobre publicidade, consumo e infância.

Produtora: Maria Farinha Produções
Direção: Estela Renner
Produção Executiva: Marcos Nisti







segunda-feira, 28 de março de 2011

Cómo afecta Internet a los Derechos Humanos

Día de internet
17 de Mayo

Muro de los Derechos 2011 - Reflexiones e propuestas sobre la carta de los principios y derechos fundamentales en internet

Fonte da imagem: www.diadeinternet.org
"En Internet, el derecho a cuidados y asistencia especiales y el respeto al desarrollo de las capacidades de los niños incluyen:
Derecho a beneficiarse de Internet: Los niños deben ser capaces de beneficiarse de Internet de acuerdo a su edad. Los niños deben tener la oportunidad de utilizar Internet para ejercer sus derechos civiles, políticos, económicos, culturales y sociales. Estos incluyen los derechos a la salud, educación, privacidad, acceso a la información, la libertad de expresión y la libertad de asociación.
Protección contra la explotación y las imágenes de abuso infantil: Los niños tienen derecho a crecer y desarrollarse en un ambiente seguro, libre de toda explotación sexual o de otro tipo. Así pues, deberán adoptarse medias para impedir el uso de Internet para violar los derechos de los niños, incluida la trata y las imágenes de abuso infantil. Sin embargo, tales medidas deben tener una finalidad específica y proporcionada. Se debe considerar el efecto de las medidas adoptadas en el libre flujo de información.
Derecho a ser escuchado: Los niños, que son capaces de formar sus propios puntos de vista, tienen el derecho a expresarse en Internet sobre todas las cuestiones políticas que les afecten y sus opiniones se tendrán debidamente en cuenta de acuerdo a su edad y madurez.
El interés superior del niño: Tal como se consagra en el artículo 3 de la Convención de las Naciones Unidas sobre los Derechos del Niño: 'En todas las medidas concernientes a los niños que tomen las instituciones públicas o privadas de bienestar social, los tribunales, las autoridades administrativas o los órganos legislativos, una consideración primordial a que se atenderá será el interés superior del niño'."
 Texto retirado do site Día de internet.



domingo, 27 de março de 2011

Eu protejo a Inocência

Sabemos o quanto a internet pode ser perigosa para as crianças. Desde os conteúdos maliciosos até as pessoas maliciosas. Com isso, a campanha Eu Protejo a Inocência busca dar apoio e orientação aos pais, procurando evitar sérios problemas que possam acontecer sem seu conhecimento.




As orientações:



Informações sobre as orientações citadas acima podem ser obtidas clicando sobre elas.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Antropologia para Educadores - Seção Colaboradores

Em busca de um diálogo entre blogs e leitores, estamos sempre de portas abertas à colaborações. Nossos amigos do blog ALFALITTERA, enviaram um texto a meu pedido, expondo sua opinião sobre a Antropologia e a Educação.



Uma Reflexão sobre Antropologia e Educação: Contemplando o lago...
 
Educadora Alfalittera*

O ato de educar é de extrema complexidade, em razão disso, apóia-se em diferentes bases cientificas para poder realizar-se de maneira efetiva e eficiente. No que toca especificamente a educação das crianças, a necessidade de entendê-las enquanto seres históricos e culturais tem se mostrado imprescindível, principalmente quando o intuito dessa educação e seus atores passa pelo comprometimento com a transformação da sociedade. Por outro lado não é raro que educadores, especialmente os pedagogos, sintam-se costurando uma imensa colcha de retalhos, buscando construir para si uma compreensão mais global da criança. Nesse processo, as contribuições da psicologia e da biologia são destacadas, mas, não suficientes visito que para haver uma mudança de paradigma no qual a criança seja realmente o centro, exige um olhar que ultrapasse o campo do ser “bio-psiquico” e avance no sentido de entender a criança como ser participante e que infere na modelagem de uma cultura e de uma sociedade.
Diante dessa lacuna, a antropologia apresenta em seu processo de desvendamento do homem como ser sócio-cultural e histórico, perspectivas mais amplas para a compreensão da criança dentro de uma nova perspectiva de organização social. Segundo COHN (2005)**, isto é relativamente novo, inicia-se nos anos 60 quando os antropólogos começaram a perceber a importância de conhecer e compreender a infância do próprio ponto de vista da criança. O que torna a Antropologia uma nova nascente de informações e conhecimentos, pelos professores. Porém, o acesso aos conhecimentos produzidos pela Antropologia, coloca, a nosso ver, os professores diante de um desafio que é o de olhar para seus alunos e ver diante de si indivíduos, que a despeito da pouca experiência ou idade são sujeitos cujas ações e comportamentos provocam mudanças no modo de ser e viver de uma sociedade, que se vê provocada diante de cada nova geração que chega.
Muitos professores, não compreendem isto e esperam que as crianças de hoje tenham os mesmo interesses e gostos, das crianças de dez ou cinco anos passados. Esta ausência de compreensão colabora para conflitos entre gerações, dentro da escola. Enquanto muitos professores esperam ver meninas bem comportadas no pátio brincando de amarelinha ou cirandas... As meninas conversam sobre a nova série juvenil da tv ou conversando sobre moda etc...Enquanto a escola oferece carrinhos de plástico, quebra cabeças e bolas, as crianças do pré-escolar preferem conversar animadamente sobre o ultimo episódio do “Ben 10” ou jogar cartas do Pokémon.
A compreensão e a superação de possíveis conflitos só são possíveis se os professores tiverem acesso a estudos que os levem a entender o processo de evolução da vivencia da infância, percebendo que tal processo tem raízes profundas nas questões sociais, econômicas e culturais de um povo. Podemos dizer que a infância não é mais vivida da mesma maneira, simplesmente por que ela se alimenta das informações que a sociedade lhe impõe.
Logo, se as crianças de hoje estão diferentes das crianças de ontem é por que nós estamos lhe proporcionando contato com outra sociedade que não nos cabe aqui julgar se boa ou má, mas com certeza uma sociedade mutante, cujas múltiplas informações disseminadas por inúmeras fontes chegam a todo o momento exigindo que os sujeitos, pensem mais rápidos, tenham senso critico etc...
As novas gerações parecem abraçar mais rapidamente e com mais facilidade as novidades do sec. XXI. Na maioria das vezes a escola e o professor parecem estar parados no tempo, indiferentes a tudo que as ciências têm produzido de conhecimento para dar suporte à ação educativa, de modo que a antropologia/antropólogos precisam realmente estar imersos e ativos nos movimentos e ações que provoquem discussões sobre a criança e em paralelo a isto aproximar esse mesmos movimentos da realidade escolar, despertando o professor para uma realidade que até então só se faz presente nos discursos pedagógicos nos quais crianças são sujeito históricos, sociais e culturais.
Mas, e daí? Do que adianta a convicção de tal afirmativa se continuamos a tratar as crianças com seres sem voz, com um apêndice da sociedade adultocêntrica? 

*  Ana Linhares. Pedagoga. Pós graduada em Registro e Memória pela UEFS-Ba
** COHN, Clarice. Antropologia da criança. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005. (Coleção passo-a-passo). 


OBS.: As idéias e opiniões expressas são de inteira responsabilidade do seu autor.

segunda-feira, 21 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ciclo de Conferências Doutorais em Estudos da Criança 2010/11

Ciclo de Conferências Doutorais em Estudos da Criança 2010/11

Auditório do Centro Multimédia do IE, Campus de Gualtar, Braga
 
 

Doutoramento em Estudos da Criança 
2010/11 
Conferências Doutorais



Calendário - disponível em:  IE - Universidade do Minho

26/11/10  Narrativa de crianças: escolas e imagens simbólicas (Conferência realizada no âmbito do Colóquio Internacional Educação, Cultura e Imaginário: Recontextualização e Tradição)
Conferencista: Iduína Mont'Alverne Chaves - Universidade Federal Fluminense, Brasil

27/11/10 Infância, neurociências e aprendizagem da leitura
Conferencista: José Morais- Universidade de Bruxelas, Bélgica

10/12/10 Educação e Desenvolvimento (Conferência integrada no Dia Internacional dos Direitos Humanos e Dia do Instituto de Educação)
Conferencista: Júlio Pedrosa- Universidade de Aveiro

20/01/11 Les acteurs e le système éducatif: nouveaux enjeux
Conferencista: Jean Louis Derouet - Institut Nacional de Recherche Pedagogique, Lyon, França

11/02/11 A experiência de investigação em Educação Básica
Conferencista: Mª Céu Roldão - ESE de Santarém e CESC -  Universidade do Minho

31/03/11 Educar-Cuidar: perspectivas internacionais
Conferencista: Lenira Haddad - Universidade Federal de Alagoas, Brasil


28/04/11 Education and/as Art: Metaphorical Musings on How to Think in Cross-Disciplinary Ways in the Academy
Conferencista: Monica Prendergast - Universidade de Victoria, British Columbia, Canadá

26/05/11 Curriculum para la infancia: organización y condiciones para el éxito educativo
Conferencista: Juan Manuel Escudero Muñoz  - Universidade de Murcia, Espanha

08/07/11
Childhood, Education, Citizenship
Conferencista: Peter Moss - Institute of Education, Universidade de Londres


Outras informações: http://www.ie.uminho.pt/

terça-feira, 15 de março de 2011

E por falar em brinquedos…

Há pouco tempo atrás, estive envolvida com um programa (já mencionado aqui) que buscava utilizar em sua metodologia, brinquedos reciclados.
Como se pode esperar, realizei milhares de buscas na internet, e encontrei idéias maravilhosas.
Trabalhávamos com crianças de 0 à 6 anos, e para tanto era necessário criar brinquedos reciclados. Usávamos idéias encontradas na internet, e criávamos algumas também.
Em 2010, nos reunimos e realizamos uma oficina de brinquedos. Eis os resultados:


Obs: Fotos tiradas por mim.