Veja outras formas de visualizar o blog, clicando nas opções a seguir:
Sidebar Magazine Timeslide
AVISO:
O blog Antropologia da Criança apenas divulga eventos e publicações. Procurem nas respectivas postagens o link do evento para fazer sua inscrição, bem como o link da revista para enviar seu texto - a página Contato não serve para isso.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Estudos da Infância - Revista Linhas Críticas


v. 20, n. 41 (2014)

Estudos da Infância

Sumário

Editorial

EditorialPDF
Ana Maria de Albuquerque Moreira, Catarina de Almeida Santos, Carlos Alberto Lopes de Sousa

7-9

Dossiê 2014 - Estudos da Infância

ApresentaçãoPDF
Fernanda Müller, Maria Leticia Barros Pedroso Nascimento11-22
Visibilidades de crianças e infânciaPDF
Jens Qvortrup23-42
O bebê interroga a sociologia da infânciaPDF
Gabriela Gabriela Guarnieri de Campos Tebet, Anete Abramowicz43-61
Infância, gerações e temporalidades: as experiências de crianças e professoras em diálogoPDF
Raquel Gonçalves Salgado63-80
Agência como vulnerabilidade: explicando a ida das crianças para as ruas de AcraPDF
Phil Mizen, Yaw Ofosu-Kusi81-101
Estudos da Infância, Antropologia e Etnografia: potencialidades, limites e desafiosPDF
Manuela Ferreira, Angela Nunes103-123
Perspectivas de crianças acolhidas institucionalmente sobre suas famílias de origemPDF
Fernanda Müller125-145
Mundos na ponta do lápis: desenhos de crianças pequenas ou de como estranhar o familiar quando o assunto é criação infantilPDF
Marcia Aparecida Gobbi

147-165

Artigos

Aprendizagem e formação docente: uma analítica da ordem do discurso do ProInfantilPDF
Rodrigo Saballa de Carvalho167-187
Mídia e consumo nas vozes das crianças: a produção de corpos infantisPDF
Joice Araújo Esperança, Paula Costa Ribeiro189-208
Gêneros textuais: entraves e perspectivas no trabalho escolar com a língua maternaPDF
Tânia Guedes Magalhães, Ariane Alhadas Cordeiro, Bruna dos Anjos da Costa Crespo

209-227

Resenhas

A internacionalização das políticas educacionais e seus principais atoresPDF
mari valicheski Ferrari229-232
Ludwik Fleck: Estilos de pensamento em ciênciaPDF
Daniel Louzada da Silva233-237

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Infâncias e Crianças - Revista Educativa


Vol. 16, No 2 (2013)

Revista Educativa

Sumário

Editorial

Editorial - Elianda Figueiredo Arantes Tiballi, Denise Silva Araújo - PDF


Apresentação

Infâncias e Crianças - Romilson Martins Siqueira - PDF

Artigos Temáticos

Por Uma Sociologia da Infância Crítica no Campo dos Estudos da Infância e da Criança - Romilson Martins Siqueira -  PDF


Participação e Acção Pedagógica: a valorização da(s) competência(s) e acção social das crianças - Catarina Tomás, Natália Fernandes -  PDF
Ação Social e Participação no Contexto da Creche - Ângela Maria Scalabrin Coutinho - PDF


O Direito à Participação das Crianças na Educação Infantil - Kátia Adair Agostinho - PDF


Subjetividade, Alteridade, Educação Infantil: problematizações à luz da teoria histórico-cultural - Andréa Vieira Zanella - PDF


A Linguagem como Mediadora na Constituição da Memória e da Identidade na Infância - Sônia Santana da Costa - PDF


Apreciação Estética: por uma educação do olhar - Keyla Andrea Santiado Oliveira - PDF


A Sexualidade da Criança no Cotidiano da Instituição Infantil - Jennifer Martins da Silveira - PDF


Educação Sexual no Desenvolvimento Infantil - Teresa Cristina Barbo Siqueira, Paula Maria Trabuco - PDF



Veja mais acessando o link da revista que se encontra abaixo da imagem do cabeçalho desta postagem.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

X Colóquio internacional do LEPSI “Crianças públicas, adultos privados”

X Colóquio internacional do LEPSI “Crianças públicas, adultos privados” 

V Congresso da RUEPSY – Rede Universitária Internacional em Educação e Psicanálise 

I Congresso Brasileiro da Rede INFEIES



A promoção social da infância é um fato incontestável. Em escala bem superior a de épocas precedentes, a criança recebe a atenção do discurso jurídico que organiza leis que a protegem contra os abusos dos adultos; a atenção do discurso científico que formula as leis de seu desenvolvimento e aprendizagem a serem respeitadas nas práticas que levam em conta a lida com as crianças; a atenção também dos interesses do mercado que agora veem nelas um potencial consumidor que, ainda que não tenham os meios próprios para a efetivação do consumo, podem ser hábeis na persuasão de seus pais.


Toda essa promoção social da infância, comemorada com razão pelas sociedades democráticas, enquanto representa uma vitória do Estado de Direito, nos autoriza a formular a expressão criança pública.

Mais que a expectativa, nasce a demanda para a criança pública, esquadrinhada por leis e saberes, para que ela fale deixando sua condição de infans, no sentido político do termo (infans, como aparece na figura do infante da infantaria, é aquele que não tem o direito de falar). Mas quem estará lá para ouvir?

No avesso da criança pública, propomos a reflexão, está o adulto privado. Privado não no sentido contemporâneo, de privativo, íntimo, mas no sentido de privação da coisa pública, como, aliás, era o sentido dado ao termo pelos gregos. O infans agora seria o adulto?



quarta-feira, 30 de abril de 2014

II SEMINÁRIO INFÂNCIA CRIANÇA INDÍGENA


II SEMINÁRIO INFÂNCIA CRIANÇA INDÍGENA

18-22 de agosto de 2014.


O II Seminário Infância Criança Indígena está sendo organizado pela Universidade Federal de São Carlos, sob coordenação da Prof.ª Drª Clarice Cohn, em continuidade à 1ª edição, organizada pela Universidade Católica Dom Bosco, (UCDB), Mato Grosso do Su,l no ano de 2011.

Mesas Redondas:
"Crianças Mapuche e direitos indígenas na Argentina"
Crianças e outras criações
Conselhos e benzimentos - criando crianças no Alto Rio negro
O debate sobre infâncias indígenas nas formações de profissionais indígenas
Criança indígena e direitos

Grupos de Trabalho:
Direitos e políticas para crianças indígenas
Crianças indígenas nas escolas
Infâncias e Crianças: pesquisas em antropologia da criança

O evento também conta com exibições de filmes e exposições fotográficas.

Mais informações, clicando no link: II Seminário Infância Criança Indígena
 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Lápis de Cor (2014)

LÁPIS DE COR (2014)

Sinopse:

O documentário aborda a representação racial no universo infantil e a maneira como um determinado padrão de beleza eurocêntrico afeta a auto-imagem e auto-estima de crianças negras, revelando a ação silenciosa do racismo. Lápis de cor, faz referência a uma cor de lápis, conhecida como "cor de pele", que, na verdade, é de tonalidade bege. É essa cor que as crianças utilizam para representar a si mesmas e as pessoas do seu convívio, compondo, nos desenhos, um fenótipo de pessoas brancas - olhos claros, cabelos louros e pele bege -- mesmo quando são negras as pessoas representadas.



Estreou em rede nacional e internacional através do Canal Futura no dia 22 de abril (terça-feira).

Página no facebook: www.facebook.com/doclapisdecor

Entrevista à CBN sobre relação entre mídia, erotismo e infância

Prezados,

Compartilho com vocês uma entrevista que concedi à rádio CBN neste fim de semana sobre minha pesquisa de mestrado. Convivi com 21 crianças que frequentam uma ONG na zona oeste de São Paulo para responder à pergunta: que usos e apropriações elas fazem de conteúdos eróticos e amorosos produzidos pela mídia?




Quem preferir, pode acessar a entrevista pelo site da CBN.

Pensar la infancia desde América Latina


domingo, 27 de abril de 2014

Classroom Portraits, from 2004 - Julian Germain

Classroom Portraits, from 2004

Julian Germain


    This ongoing series began in schools in North East England in 2004 and was extended to schools throughout the UK the following year. Since 2005 the archive has grown to include schools from North and South America, Europe and the Middle East.

    “….the power of the images is in their direct connection to the viewer. We remember our own schooldays and wonder what happened to our own classmates. By presenting different pupils, different schools, different year groups, Germain asks questions about contemporary educational practices and social divisions. Already we can imagine the life trajectories of some of these young people. Here are faces full of hope and promise. Here also, is the silent threat of failure. Aspiration competes with apathy…..” 
    Tom Shakespeare. Archive Magazine, October 2005