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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Children, Young People and Adults: Extending the Conversation

Children, Young People and Adults: Extending the Conversation

5th - 7th September 2012
Conference Venue - Preston
University of Central Lancashire
Preston
Lancashire
PR1 2HE 

The University of Central Lancashire is proud to host the second international conference of the International Childhood and Youth Research Network (http://www.icyrnet.net/).

The first conference was in Nicosia in May 2008, on the theme ‘Child and Youth Research in the 21st Century: A Critical Appraisal’, and was attended by delegates from all over the world. The 2012 conference will take place in Preston, in North West England, and will be on the theme ‘Children, Young People and Adults: Extending the Conversation’.

The international research conference is aimed at researchers (both new and experienced), policy-makers and practitioners from all around the world. It will take place side by side with an international gathering of children and young people, currently being planned around broad themes of participation and citizenship. Shared plenary sessions, and a series of smaller workshops, will create spaces where children, young people and adults can come together and engage in dialogue.

Call For Papers:

Research and policy papers are invited on the following sub-themes:
• Spaces, places and institutions of childhood
• Inter-generational relationships
• Public and private domains
• Global and local
• Inclusion and exclusion
• Family and lifespan
• Culture and context
• Work, play and leisure
• Mobilities and borders
• Transitions and disruptions
• Conflict and peace
• Citizenship and rights
• Responsibility and dependency
• Public perceptions and attitudes


Cross-cutting themes are expected to include, for example, power, gender, abuse and exploitation.

Abstracts (up to 200 words) are invited to be submitted by 5pm on 31st March 2012. Decisions will be notified on or soon after the 30th April 2012.
Please submit abstracts to ChildhoodAndYouth@uclan.ac.uk

Keynote Speakers:


Confirmed plenary speakers are:
• Libby Brooks (Columnist, The Guardian, UK)
• Jim Davis (Good Childhood Advisor, The Children's Society, England, UK)
• Allison James (Professor of Sociology, University of Sheffield, UK)
• Berry Mayall (Professor of Childhood Studies, Institute of Education, University of London, UK)
• Kavita Ratna (Director-Communications, Concerned for Working Children, Bangalore, India)
• Harry Shier (Education Adviser, CESESMA, Matagalpa, Nicaragua)
  


See more conference details, clicking here.

CFP - Children and Youth in a Changing World

http://www.kiit.ac.in/iuaes/
The 2012 Inter-congress of International Union of Anthropological and Ethnological Sciences (IUAES) is a multi-disciplinary international conference on “Children and Youth in a Changing World”. We will examine childhood cross-culturally and historically to gain the richest and best-informed perspective for looking at children in the present and moving forward. The Inter-congress will be organised by the IUAES Commission on Anthropology of Children, Youth and Childhood in Bhubaneswar, India during November 26-30, 2012. The principal aim of this congress is to bring anthropologists in academia, governmental organisations, non-governmental organisations and agencies working on and with children from different parts of the world and offer them a common platform to address various emerging issues relating to children and childhood.

PANEL/SESSION:
  • The Making Of Cultural Identity In The Case Of "Unattached" Children
  • Working with Youth in Intervention Programs
  • Research on Children's Play and Toys in Non-Western or Non-Industrialized Communities: Contributions to Anthropology and Ethnology
  • Persistence and Change in Hunter-Gatherer - Social Leaning, Play and Parenting
  • Panel On Visualizing Children
  • Viewing the Child Through the Lens of Applied Anthropology Programs
  • Cross-Cultural Perspectives on Infancy
  • Relationships Within And Across Generations
  • Ethnography with Children and Adolescents: A Comparative Analysis Across Studies and Contexts
  • Adolescence in Today’s World
  • Authority and freedom: Comparing youth in mainstream and tribal India.
  • Adolescent reproductive and sexual health
  • Ethics and Ethnography with Children: What Offers Anthropology?
  • Teaching Indigenous Children
  • Globalized World, Globalized Childhood? The Theoretical and Practical Relevance of ‘Other Childhoods’ and ‘Other Children’
  • Studies Of Children And Childhood In Latin America - From the Colonial Period To The Present
  • Institutional Regulation of Contemporary Childhood in Spain
  • Migrant Children’s Cultures and the Culture of Migrant Childhoods
  • Cross-Cultural Variation In The Development Of The Child’s Sense of Responsibility
  • The Role Of Electronic Technology in Constructing Youth Culture
  • Children’s Experience of Schools and Classrooms
  • Youth Participation in Ecological Management and Sustainability of Small Islands in a Changing World
  • Managing and Enhancing the Health of infants and Young Children - By Optimizing Care for Young Children with Special Health Care Needs
  • The Lost Generation: Diminishing Sex Ratio in India
  • Bringing up the Girl Child Cross-Culturally
  • The Cultural Politics of Inter-country Adoption
  • Rules, Rewards and Punishments: Disciplining the Child across Cultures
  • Youth, Substance Abuse & Household Relations
  • When the “next generation” is the first generation: An exploration of how changing religious practices and affiliation impact children’s lives and understandings
  • Children’s and Youth’s Participation around the World: Issues for societies in the 21st century
  • Childhood and the Inner Life
  • Global Child and Adolescent Sex Tourism: Issues for Discussion.
  • Rights and Securities of Natural Disaster Affected Children
  • Children in Patrilineal and Matrilineal Societies
OPEN PANEL:
  • Children and Childhood in a Changing World
  • Documentary Films on Children and Youth
  • Government Organizations working on and with Children
  • Non-government Organizations working on and with Children
  • Contemporary Youth in a Changing World

Perspectivas Sociológicas para a Educação de Infância

Clique na imagem para aumentar.

Publicado originalmente no blog do Núcleo de Estudos da Infância e Juventude - NEIJ/CRIA.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

RBHCS - Dossiê: Infância, Adolescência e Juventude: Olhares sobre o passado e o presente

Revista Brasileira de História & Ciências Sociais - RBHCS
http://www.rbhcs.com/index.htm

Volume 2 - Número 4 - Dezembro de 2010

Dossiê: Infância, Adolescência e Juventude:  Olhares sobre o passado e o presente

(clique no título para ter acesso ao texto)

Apresentação ao Dossiê
Profª. Maria Luiza Marcílio — USP

Anjos Insubmissos: a tradição oral dos sepultamentos infantis no Sul do Ceará
Cícero Joaquim dos Santos

As crianças pobres na franja da economia cafeeira: os contratos de órfãos em Socorro/SP na década de 1880
Lucília Siqueira

Civilizar e disciplinar a infância: a Escola Paroquial do povoado de Serrote (Jacobina-Ba 1941-1957)
Tânia Mara Pereira Vasconcelos

Juventude como valor: referencial e método para uma definição a partir do cotidiano
Romero Galvão Maia

Crises nos Anos 80: O Ceticismo Juvenil Traduzido nas Canções do Rock Brasileiro
Eliana Batista Ramos

Uma lei moderna X uma cultura tradicional: notas sobre reformulação do campo de atenção à infância e juventude no Brasil
Patrice Schuch

Coleção Práticas de Justiça e Diversidade Cultural

http://www.ufrgs.br/naci/

Coleção Práticas de Justiça e Diversidade Cultural

NACi/UFRGS

http://www.ufrgs.br/naci/


Cartografias da Imigração: Interculturalidade e Políticas Públicas
(org) Denise F. Jardim . Porto Alegre, Editora da Universidade, 2007

Antropólogos em Ação: Experimentos de Pesquisa em Direitos Humanos.
(orgs) Fleischer, S, Fonseca, C & Schuch, P. Porto Alegre, Editora da Universidade, 2007.

Políticas de Proteçao à Infância: um olhar antropológico.
(orgs) Fonseca, C. & Schuch, P. Porto Alegre, Editora da Universidade, 2009.

Práticas de Justiça: Antropologia dos modos de governo da infância e juventude no contexto pós-ECA.
Schuch, P. Porto Alegre, Editora da Universidade, 2009.

Experiências, dilemas e desafios do fazer etnográfico contemporâneo. (orgs) Schuch, P., Vieira, M. & Peters, R. Porto Alegre, Editora da Universidade, 2010.

Dinâmicas de Cidadania. Abordagens Etnográficas sobre a Diversidade. (Orgs) Chagas, Miriam & Müller, Cíntia B. Porto Alegre, Editora da Universidade, 2010.

domingo, 27 de novembro de 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A Criança Xikrin e seu lugar na sociedade

Extrato retirado do texto da antropóloga Clarice Cohn: "A experiência da infância e o aprendizado entre os Xikrin"
In: SILVA, Aracy L. da; NUNES, Angela; MACEDO, Ana Vera L. da S. (Orgs.). Crianças Indígenas: Ensaios Antropológicos. São Paulo: Global, 2002.

A CRIANÇA XIKRIN E SEU LUGAR NA SOCIEDADE
       Mas quem são as crianças Xikrin e qual seu espaço na vida social? Essa questão, claro, não será completamente respondida nessas poucas linhas, mas podemos começar por dar uma idéia de seu lugar na sociedade Xikrin.
       Em primeiro lugar, as crianças são fundamentais na definição das categorias de idade, as quais, com o gênero, são o meio privilegiado de estabelecer o status social dos indivíduos: o nascimento da criança consuma um casamento (assim como a falta de crianças e principalmente a morte de filho(s) são motivos para separação), e dá aos pais a condição de adulto, tornando-os mekrare, coletivo/filhos, os que têm filhos. É também pelo número de filhos que um homem ganha maior participação na oratória, ao alcançar uma quantidade que é sempre especificada com um mínimo de quatro filhos. Quanto à mulher, ela passa a fazer parte das reuniões para a pintura corporal coletiva apenas depois do nascimento de seu primeiro filho, sendo até então pintada em casa, pela mãe; as atividades coletivas dividem-nas, também, de acordo com o número de filhos, em três grupos: as que têm poucos filhos, as que têm muitos e as velhas. A velhice também é explicada pelos Xikrin e tem por referência os filhos: velho (mebengêt) é aquele que não tem mais filhos.
     Note-se ainda, que, embora haja mães solteiras, as quais, portanto, ganham o status de mekrare sozinhas, essa condição afeta igualmente o casal. Desse modo com exceção das mães solteiras, e mesmo assim, apenas quando o homem não se assume pai da criança, uma mulher nunca fica grávida sozinha: é o casal que é dito grávido (metujarô - coletivo/grávido).
      Os filhos são muito desejados, e não há preferência entre os sexos. Mas os Xikrin dizem que o melhor é ter filhos de sexos alternados: se o primeiro for homem, espera-se que o segundo seja mulher, e assim por diante. Para entender isso, basta lembrar  que o ideal (ou seja, o que nem sempre pode ou é realizado na prática, mas é uma referência para todos) é que os irmãos "troquem nomes", ou seja, que o irmão dê seu nome para o filho da irmã e vice-versa. Ter filhos de sexo alternado é, portanto, também um arranjo ideal.
    As crianças, como ficará claro, são excluídas de pouquíssimos acontecimentos que importam no cotidiano e nos rituais dessa sociedade. Seu cuidado toma a maior parte do tempo dos adultos; sua saúde, andanças e novos aprendizados são parte importante das conversas cotidianas, especialmente das mulheres. A elas, pouco é proibido.
     Elas ocuapm quase todo o espaço da aldeia, mas sua inserção maior se dá no domínio feminino - a periferia da aldeia, o círculo das casas. Se as meninas vão passar toda a sua vida aí, os meninos começam cedo a se distanciar da casa materna e a se voltar ao centro, o espaço masculino, onde passam a dormir até que se casem e vão morar na casa da esposa. De fato, atualmente, os meninos nem sempre dormem no centro da aldeia; algumas vezes, grupos de rapazes resolvem ocupar o ngàb, mas nem todos lá dormem. São especialmente nos momentos rituais que eles costumam reunir-se para dormir no centro. Mas o que deve ficar claro é que os homens passam seus primeiros anos mais ligados ao universo feminino, e devem, ao longo da vida, desligar-se dele para ocupar seu lugar no centro, o domínio masculino.
    O que seria específico às crianças Xikrin, que não é compartilhado pelos adultos? Certamente suas brincadeiras, algumas das quais, aliás, seus avós também brincavam quando tinham sua idade; os brinquedos, uma parte da cultura material voltada só à criança; e sua mobilidade, especialmente entre as casas. Não há, porém, entre os Xikrin um repertório musical infantil, como não há também para os adultos um repertório musical que seja independente de festas; ambos, adultos e crianças, cantam no cotidiano as músicas dos rituais, mengrere. Por outro lado, a pintura corporal é um importante marcador de sua condição, diferenciando-as dos adultos em motivos e contextos de uso, e explicitando o fim de um ciclo, o fim da infância, quando formam uma nova família.
      Não se pode dizer que a participação das crianças nas atividades produtivas seja crucial. A das meninas talvez seja mais necessária, já que, cuidando das crianças menores, possibilitam à mãe realizar suas tarefas cotidianas. No entanto, os adultos normalmente pedem às crianças que façam coisas menores, como pegar algo, trazer água, reavivar o fogo etc., e as crianças, por estarem livres das restrições sociais que impedem vários adultos de falar entre si e de se visitar, são importantes na comunicação entre as casas.
      E, por fim, quem são afinal as crianças Xikrin, ou como elas são divididas por categorias de idade? Um recém-nascido é dito karore, e recebe muitos cuidados especiais. Seu pai não deve caçar, sua mãe deve comer, nos primeiros dias, apenas palmito e castanha, ampliando sua dieta com produtos da roça, peixe, até, finalmente, os pais poderem voltar a comer carne. É nos primeiros dias que a criança recebe um nome: um menino, de um dos avôs ou do irmão de sua mãe, uma menina, de uma das avós ou da irmã de seu pai. Logo que o umbigo cai, os pais começam a retornar à sua vida normal. A criança começa, então, a engordar e crescer; quando sua pele estiver "dura" (kà tôx), a mãe já retomou todas as suas atividades. As crianças Xikrin mamam até bem tarde, "abandonando o peito" (kà re), como eles dizem, apenas quando nasce um irmãozinho. É raro que todos na aldeia já saibam seu nome, e é mais comum essa criança ser chamada de karore (que poderíamos talvez traduzir por nenê), ou de "menina" (kurere) ou "menino" (bokti). Quando começa a andar, seu cabelo será cortado do modo Kayapó, sua pintura corporal mudará, e ela não é mais chamada "nenê", mas criança (meprire, no singular prin), independente de seu sexo. Os Xikrin dizem que o ideal é que a mãe volte a engravidar apenas nesse momento, mas atualmente, as gestações têm sido mais próximas umas das outras.
      As crianças vão então ganhando mais espaço, ficando cada vez menos atreladas à mãe. Elas se reúnem cada vez mais em grupos. O menino começa, desde cedo, a se soltar mais pela aldeia, a se afastar da casa materna; formam grupos de mesma idade e são ditos meokre. Esses grupos reúnem meninos com alguma diferença de idade entre si, e definidos mais pela categoria que pela idade relativa; um menino de 5 anos já se aventura mais longe da mãe, e pode se juntar a um desses grupos; os meninos mais velhos brincando no pátio têm por volta de 10 anos. Os meokre andam pelo pátio, pelo campo formado pela pista de pouso e pela beira do rio, não se aventurando muito mais longe que isso. Crescendo um pouco mais, passam a maior parte do tempo com seus companheiros de idade, formando grupos dos mebokti. Os mebokti já se aventuram mais longe, planejando excursões de coleta na capoeira e nos caminhos das roças. Essa fase só passa quando ele se torna norony, reside no ngàb e está mais afastado da casa materna. A menina ao crescer torna-se uma kurereti e, enfim, uma printi (quando já mocinha, mas ainda solteira). Como vimos, ela tem menos mobilidade, permanecendo para sempre na casa da mãe. No entanto, elas também se reúnem em grupos para brincar, e as amizades que criam duram para toda a vida.
     É logo após o nascimento que a criança tem o lóbulo de sua orelha perfurado e, se for menino, o lábio. Neles são inseridos pequenos fios de algodão. Quando a criança cresce, o furo do lábio dos meninos é preenchido por um pequeno adorno de madeira (akokakô), que se fixa no interior do lábio por uma extremidade me forma de T. Em alguns meninos, esse furo é ainda aumentado e preenchido por um pequeno batoque redondo; na maioria, ele permanece pequeno e é adornado por um fio de contas de miçangas. Nos lóbulos das orelhas, o algodão é substituído também por um pequeno cilindro de madeira pintado com urucum (bàridjua), que vai sendo aumentado gradativamente, enquanto ganha o formato de um cone, e é retirado quando a criança começa a andar, para nunca mais ser usado. Antigamente, os homens usavam o batoque labial na idade adulta, e seu tamanho era indicativo da capacidade oratória. Hoje em dia, os meninos usam esse adorno até a idade de aproximadamente 6 ou 7 anos, retirando-o depois para sempre.
     Os pais têm orgulho de seus filhos quando eles se mostram voluntariosos ou "brabos", como glosam o termo okrê. É okrê uma criança que responde, emite opiniões, e reage quando provocada. É comum que pais e avós a provoquem, divertindo-se e orgulhando-se com sua reação. Pais e avós são sempre muito atentos à natureza própria das crianças, que não se tenta mudar: um grupo de irmãos é diferenciado, pelos pais ou avós orgulhosos, quanto à personalidade de cada um, sendo uns "bravos", como vimos, outros mais tranquilos (referidos pela negativa okrê kêt, não bravos), e outros curiosos e espertos (os quais podem ser referidos por uma variedade de expressões, como no mex, "ollho bom", que ficarão mais claras adiante).
(...)
Clique na imagem para ver detalhes sobre o livro.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Culturas Jovens - Afro-Brasil América


Colóquio Internacional
Culturas Jovens - Afro-Brasil América: Encontros e Desencontros

Organização: Faculdade de Educação da USP


Os principais eixos são:
1º dia:
Culturas jovens, africanidade e educação
2º dia:
Formação, identidade, cultura e resistência
3º dia:
Telescopia histórica: cultura e musicalidade
4º dia:
Cultura afro-popular e o movimento negro


Datas-limite para inscrições de trabalho:
Resumos:
1º prazo: 17/02/2012
2º prazo: 03/03/2012


Visite o site do evento para mais informações:

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

MRs e GTs - 28ª Reunião Brasileira de Antropologia

http://www.28rba.abant.org.br/


Visite o site e veja no link "PROGRAMAÇÃO" as Mesas Redondas e os Grupos de Trabalho da 28ª RBA.

Convocatoria - GT7: Sociología de las infancias y juventudes

http://www.ungs.edu.ar/
Instituto de Ciencias
Área de Sociología

VII Jornadas de Sociología
24 y 25 de abril de 2012
Campus UNGS, Los Polvorines, Buenos Aires


(Primera circular, aquí.)

Segunda Circular:
El Área de Sociología del Instituto de Ciencias de la Universidad Nacional de General Sarmiento inicia la recepción de resúmenes para las VII Jornadas de Sociología. La convocatoria está dirigida a investigadores formados o en formación que presenten los avances y/o resultados de sus investigaciones recientes y permanecerá abierta hasta el 10/12/2011.
A continuación se presenta información referida a los Grupos de Trabajo propuestos, así como criterios y fechas límite para el envío de abstracts y ponencias completas.

GT1: Sociología política y estudios de la acción colectiva
Coordinadores: Carolina Schillagi, Cecilia Ferraudi y Damián Corral
Contacto: gt1@ungs.edu.ar
La sociología política se ha nutrido recientemente de abordajes, que desde múltiples perspectivas teóricas y enfoques metodológicos,  examinan la emergencia de actores políticos y sociales, la reconfiguración de identidades, discursos y culturas políticas, el despliegue de novedosos repertorios de acción colectiva, así como también focalizan en las transformaciones del Estado en América Latina y las disputas por los sentidos de la democracia. Este grupo de trabajo se propone promover el debate a partir de la presentación de investigaciones realizadas o en curso que incorporen en sus análisis alguno de los siguientes ejes problemáticos:
Clases sociales, acción colectiva y lucha política;
Partidos políticos, élites y grupos de interés;
Poder, cultura y medios decomunicación;
Problemas públicos;
La transformación del Estado en América Latina;
Discursos, lenguajes e identidades políticas;
Intelectuales y poder político.

GT2: Las  dinámicas de las relaciones laborales: los sectores empresarios y subalternos en la era de la postconvertibilidad. Continuidades y rupturas en el contexto actual.
Coordinadoras: Gabriela Wyczykier, Ania Tizziani y Mariana Barattini
Contacto: gt2@ungs.edu.ar
Esta  mesa se propone motivar el análisis y la reflexión en base a un conjunto de trabajos de investigación que permitan pensar las relaciones laborales en la última década, y con la vigencia de un conjunto de dimensiones que en su articulación van configurando un patrón de desarrollo en la Argentina actual. Entre estas dimensiones, y considerando el aspecto relacional que atraviesa la temática laboral, se espera que los trabajos aporten a las discusiones y análisis sobre la relación y el papel del Estado, los empresarios, los sindicatos y los trabajadores en la actual coyuntura, considerando la historicidad que configura estas relaciones. Con este objetivo, se convocan ponencias que refieran a la temática de las regulaciones laborales, la caracterización de acciones colectivas ligadas al mundo del trabajo, contemplando demandas, posiciones y estrategias organizativas tanto de los actores sociales subalternos como de actores empresarios, en el escenario actual de desarrollo:

Posiciones, demandas, acciones y organización de los empresarios y los trabajadores en la actual dinámica del desarrollo;
Modelos sindicales en disputa;
Estado, empresarios y trabajadores: las negociaciones colectivas y las regulaciones del trabajo;
Precariedad y organización de los trabajadores;
Las condiciones de empleo en el contexto actual del desarrollo: migraciones, género y juventud en el mercado de trabajo.

GT3: Desarrollo, agro y territorio
Coordinadoras: Carla Gras, Valeria Hernández y Luciana Manildo
Contacto: gt3@ungs.edu.ar 
En las últimas décadas, la consolidación del modelo de agronegocios, basado en un paquete socio-tecnológico que asocia biotecnología y un nuevo management de recursos humanos y cognitivos, ha conllevado reconfiguraciones de diferente magnitud y naturaleza que desembocaron en una reestructuración global del sistema productivo. La implantación de nuevas formas de organización de los procesos productivos -introducción de la siembra directa y de técnicas de agricultura de precisión, uso de semillas transgénicas-, y de relación entre agentes y recursos, tuvo como corolario una profunda redefinición de los perfiles y modos de participación de los agentes agrarios preexistentes, además de la aparición de nuevos actores.
A través de este Grupo de Trabajo, nos proponemos generar un espacio de diálogo e intercambio que permita contribuir a profundizar una discusión pública sobre el modelo de agronegocios y el alcance de las transformaciones que ha implicado, su relación con el Estado, sus consecuencias sociales, económicas, territoriales y ambientales. Para ello, proponemos los siguientes ejes:
Debates y prácticas del Estado en la construcción de institucionalidad en el modelo agrario;
Procesos de estratificación social y actores sociales;
Ruralidad y territorio: impactos sociales, culturales, económicos y políticos de la sojización;
¿Prácticas contra hegemónicas o alternativas? Desarrollo local, agroecología, mercados locales.

GT4: Sociología económica
Coordinadoras: Fabiana Leoni y Mariana Luzzi
Comentaristas: Ricardo Aronskind (IDH/UNGS-UBA), Ariel Wilkis (IDAES/UNSAM)
Contacto: gt4@ungs.edu.ar
La sociología económica constituye hoy un campo de estudios en expansión, tanto a nivel global como dentro de nuestro país, donde en los últimos años hemos asistido a una estimulante multiplicación de las investigaciones, cursos y publicaciones referidos a la temática.

Partiendo del interés creciente de la disciplina por el estudio de los actores, relaciones, prácticas y objetos económicos, este grupo de trabajo se propone como un espacio de intercambio y discusión de investigaciones recientes y trabajos en curso, en el cual se prestará especial atención al diálogo entre perspectivas teóricas y abordajes
metodológicos plurales.
Se convoca a la presentación de trabajos que se inscriban dentro de los siguientes ejes temáticos:

Las empresas y los empresarios en perspectiva sociológica;
La construcción social de los mercados;
El mundo de las finanzas: actores, redes, instituciones;
Prácticas sociales de ahorro, crédito y consumo;
Usos y representaciones sociales del dinero;
Prácticas alternativas a la economía de mercado;
Crisis económicas contemporáneas: desafíos para el análisis y diálogos entre experiencias nacionales.

GT5: Conflictos socioambientales, disputas por los “bienes naturales”
Coordinadores: Lorena Bottaro, Patricia Monsalve, Marian Sola Álvarez y Francisco Suárez
Contacto: gt5@ungs.edu.ar
El aumento en la explotación de los "bienes naturales" y el progresivo grado de deterioro del ambiente han tenido como correlato la expansión de conflictos socioambientales en nuestro país y en otros de América Latina. En este escenario, el interés por la cuestión ambiental cobró especial relevancia durante los últimos años en el ámbito de las Ciencias Sociales.

En este grupo de trabajo nos proponemos abordar aquellos conflictos derivados de la disputa por el significado, el acceso, el control y la gestión de los "bienes naturales" en los que se enfrentan actores sociales con intereses diversos. Invitamos a compartir un espacio para el intercambio y discusión de investigaciones recientes y trabajos en curso que , desde diferentes disciplinas, aborden conflictos vinculados a las actividades extractivas y a casos de contaminación, así como también reflexiones teóricas y metodológicas en torno a la cuestión ambiental, y a los procesos de movilización y organización en torno a los derechos ambientales.

GT6: Sociología de la cultura
Coordinadores: Carla del Cueto , Heber Ostroviesky, Hernán Vanoli
Contacto: gt6@ungs.edu.ar
En este grupo de trabajo se busca generar un espacio para el diálogo y la discusión de investigaciones finalizadas o en curso que se ocupen de abordar, desde la sociología, distintos problemas propios del ámbito de la cultura.

Se convoca a la presentación de trabajos que, desde diversas perspectivas teóricas y estrategias metodológicas, analicen fenómenos que se incluyan en alguno de los siguientes ejes orientadores:
Culturas y géneros populares;
Industrias culturales, cultura masiva, reconversiones a la cultura digital;
Circulación, mediaciones y apropiaciones;
Los procesos de construcción de identidades sociales, subculturas;
El campo artístico, el campo intelectual y los consumos culturales;
Cultura y política;
Cultura escrita, nuevas tecnologías y ciberculturas juveniles;
Escenarios urbanos y políticas culturales.
 
GT7: Sociología de las infancias y juventudes
Coordinadores: Marina García (ICI/UNGS), M. Florencia Gentile (ICI/UNGS), Pedro Nuñez (FLACSO)
Comentaristas: Javier Moro (ICO/UNGS), Carolina Zapiola (ICI/UNGS), Nora Gluz (IDH/UNGS)
Contacto: gt7@ungs.edu.ar
La mirada de las ciencias sociales sobre los nuevos miembros de la sociedad ha dado lugar en los últimos años a gran cantidad de debates e investigaciones, conformándose como un nuevo campo de estudios. Desde la sociología comienzan a cobrar relevancia investigaciones sobre la multiplicidad de experiencias y prácticas de niños y jóvenes en diferentes y desiguales condiciones de vida, así como también estudios sobre los procesos sociales de construcción de la infancia y la juventud en contextos y territorios específicos y en relación con las posiciones de clase y género.
Desde este grupo de trabajo invitamos a compartir un espacio para el intercambio y discusión de investigaciones recientes y trabajos en curso que aborden estos intereses. La intención es contribuir a consolidar un espacio interinstitucional de trabajo sobre estos temas, y el trazado de un mapa que explicite el modo en que la investigación social suele abordar las cuestiones de la infancia y de la juventud así como esbozar las claves de análisis, las perspectivas predominantes y las líneas de trabajo a profundizar. La convocatoria busca incentivar la presentación de trabajos que articulen estas preguntas en relación con las siguientes temáticas:
Reflexiones teóricas y metodológicas en torno a la producción social de las categorías de infancia y juventud;
Infancia, juventud y sociabilidad: prácticas, espacios, estilos, moralidades. Experiencias de encuentros y conflictos inter e intra generaciones, clases y género;
Políticas públicas como territorio de prácticas y disputas en torno a la atención de niños y jóvenes, y los sentidos de su inclusión / exclusión social. Escuela, Asignación Universal por Hijo, programas sociales, instituciones de control social. Estado y organizaciones sociales;
Variaciones históricas de la construcción de la infancia y la juventud: saberes, actores, instituciones y políticas;
Juventudes y politicidad: transformaciones y continuidades en sus experiencias políticas, disputas sobre la noción de participación y en relación a los repertorios de acción.


Pautas para el envío de resúmenes y ponencias completas:
Importante: Los resúmenes y trabajos completos deberán enviarse a la dirección de contacto del GT en el que participen.

Información de los trabajos y autores:
Los resúmenes y ponencias deben consignar los siguientes datos:
  • Título
  • Nombre del/los autor/es
  • Formación y pertenencia institucional
  • Correo electrónico
Extensión:
Resumen: 200 palabras
Ponencia completa: máximo 15 páginas (con bibliografía y notas).
Formato: Hoja A4, letra Times New Roman 12, interlineado 1,5.

Fechas importantes:
Recepción de resúmenes: hasta el 10 de diciembre de 2011
Recepción de ponencias completas: hasta el 15 de marzo de 2012

Contacto
Pueden remitirnos sus consultas a jornadasocio2012@ungs.edu.ar

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

R@U - DOSSIÊ: Jovens em conflito com a lei

R@U Revista de Antropologia Social dos Alunos do PPGAS – UFSCar 
Volume 3, número 1
Janeiro – Junho, 2011
ISSN: 2175-4705


Baixe a edição integral da revista: [PDF]

DOSSIÊ: Jovens em conflito com a lei
Organizadores:
Adalton Marques, PPGAS/UFSCar
Karina Biondi, PPGAS/UFSCar

Apresentação  [PDF]
GABRIEL DE SANTIS FELTRAN, PPGS/UFSCar, CEM/CEBRAP

O “convívio” em uma “cadeia dimenor”:  [PDF] 
um olhar sobre as relações entre adolescentes internados
NATASHA ELBAS NERI, PPGSA/UFRJ

Salve geral: áreas urbanas, instituições prisionais  [PDF] 
e unidades de internação da Fundação CASA em comunicação
FÁBIO MALLART, PPGAS/USP, CEBRAP

A vida “no veneno” nas histórias sobre mortes:  [PDF]
narrativas contadas por jovens sobre homicídios em Santa Catarina
DANIELLI VIEIRA, PPGAS/UFSC

“Choque de mentes”:  [PDF]
dispositivos de controle e disputas simbólicas no sistema socioeducativo
PAULO ARTUR MALVASI, FSP/USP

Relato de um impasse de pesquisa: introdução à trajetória de Nando  [PDF]
TANIELE RUI, PPGAS/UNICAMP

Visite o site da revista para visualizar a edição completa:

https://sites.google.com/site/raufscar/

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Das pesquisas com crianças à complexidade da infância

Das pesquisas com crianças à complexidade da infância


Organizadores: Patrícia Dias Prado, Altino José Martins Filho

Nº de Páginas: 210 pgs

Nº da Edição: 1ª edição (2011)
ISBN: 978-85-7496-201-6









Índice:
  • Prefácio
  • Apresentação - Altino José Martins Filho; Patrícia Dias Prado
  • Diferentes infâncias, diferentes questões para a pesquisa - Zeila de Brito Fabri Demartini
  • Conhecer a infância: os desenhos das crianças como produções simbólicas  - Manuel Jacinto Sarmento  
  • As crianças na escola: pesquisas antropológicas - Julie Delalande
  • Jeitos de ser criança: balanço de uma década de pesquisas com crianças  apresentadas na Anped - Altino José Martins Filho
  • "Agora ele é meu amigo": pesquisa com crianças, relações de idade, educação  e culturas infantis - Patrícia Dias Prado
  • Num click: meninos e meninas nas fotografias - Márcia Aparecida Gobbi
  • Educação infantil e gênero: meninas e meninos como interlocutores nas pesquisas - Daniela Finco
  • Estudos socioantropológicos da infância no brasil: caminhos, problematizações e diálogos - Ana Cristina Coll Delgado

WORKSHOPS: "Rethinking infanticide..." and "...Exploring uncertain realities"

  
European Association of Social Anthropologists

EASA Conference 2012: Uncertainty and Disquiet
 
Nanterre University, France, 10/07/2012 - 13/07/2012


The Call for Papers is now open. It will close on Nov 28th 2011.




Workshop 042:
"Uncertain beginnings: rethinking infanticide and end of life decision-making in infants"
Convenors:
Jónína Einarsdóttir (University of Iceland)
Aaron R. Denham (Macquarie University)
Abstract:

Anthropology has had somewhat troubled history with infanticide. Many anthropologists who have encountered infanticide practices during their fieldwork remain silent (for various reasons), or briefly comment on them as being unproblematic, routine, or expected because of economic and environmental conditions.  While researching and representing a sensitive topic like infanticide is challenging, minimized or decontextualized accounts do little to improve our understandings. Unfortunately, experience-near accounts and detailed ethnographic descriptions, the very material needed to theorize and enhance our understanding of infanticide practices, are rare. Definitions of infanticide are also uncertain.  Frequently described as the killing of a newborn or infant, scholars have expanded it to include the killing of children through direct, violent acts, or indirectly through passive forms, such as neglect and the withholding or withdrawing of care. Theoretically, infanticide is framed as an adaptive behavior, pathological act, or as an attempt to restore social order. In some societies, infanticide is an accepted practice and not regarded as murder.  In other contexts, medical considerations regarding postpartum complications permit a lesser sentence for infanticide than homicide.  The purpose of this panel is to revisit infanticide, broadly defined.  Papers that review former anthropological research on infanticide, reconsider the definition of infanticide, offer detailed ethnographic examples, deconstruct or propose innovative theories, and present family experiences and decision-making are welcome.  Papers concerning fetal screening and treatments as well as advanced neonatal intensive care, particularly preterm births and end-of-life decisions, are encouraged, as are those addressing definitions and concepts such as beginnings of life and personhood.
To propose a paper for this workshop please go to:

http://www.nomadit.co.uk/easa/easa2012/panels.php5?PanelID=1249


Workshop 103:
"Children and youth exploring uncertain realities"
Convenors:
Anna Streissler (University of Vienna)
Spyros Spyrou (European University Cyprus)
Abstract:
Children and youth especially seem to face uncertain realities. Personally and collectively they are in structurally weak positions in society. They often need to make far-reaching decisions about their future lifecourse (concerning e.g. education, employment, partners, peers, sex, health, lifestyle) and their views on life may quickly change. At the same time, many decisions are made for them by their families, their educators, politics etc.. For many, peer pressure and consumption trends also play vital roles. We therefore argue that their realities are especially uncertain and especially varied (or is that an adult point of view?). This may be even more so in cases of conflict, violence and poverty.
Despite these manifold constraints, children and youth are known to be pro-actively dealing with these uncertain situations, exploring creative forms of meaning-making and reinterpretation and thereby developing multifaceted competencies and knowledge in different socio-cultural contexts.
We are inviting contributions on two subtopics:
1) Ethnographies ON children/youth as exploring uncertain realities.
2) Ethnographies BY children/youth, that is, knowledge produced systematically by children/youth in certain contexts (usually framed by adults) exploring their own lifeworlds and those of their peers.
How do children/youth play with realities and (un)certainties, e.g. in "second life" and other media environments?
How do children/youth react to and make sense of uncertain realities influenced by violence?
How does research carried out by children/youth change their perception of realities and (un)certainties?
We explicitly invite young researchers to share their works-in-progress and results in our workshop.
Chair: Nadja Rossmanith
To propose a paper for this workshop please go to:


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