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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

sábado, 17 de setembro de 2011

WORKSHOP: DIÁLOGOS IBERO-AMERICANOS SOBRE ETNOGRAFIA NA EDUCAÇÃO

PUC MINAS GERAIS - INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS 
PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
 
ETNOGRAFIA PARA A AMÉRICA LATINA:
UM OUTRO OLHAR SOBRE A ESCOLA NO BRASIL E NA ARGENTINA
(FAPEMIG/ CNPq)
 
WORKSHOP: DIÁLOGOS IBERO-AMERICANOS SOBRE ETNOGRAFIA NA EDUCAÇÃO


OBJETIVOS:
Apresentar e discutir os resultados da pesquisa sobre a proposta de uma Etnografia para a América Latina, nascida na década de 1980, no DIE- CINVESTAV, do Instituto Politécnico Nacional do México, com pesquisadores dos campos das Ciências Humanas e Sociais.
JUSTIFICATIVA:
O evento se reveste de grande relevância acadêmica e de intercâmbio entre pesquisadores e
grupos de pesquisa na área de ciências humanas e sociais, especialmente nas interfaces entre Antropologia e Educação. Visa apresentar resultados da pesquisa “Etnografia para a América Latina- um outro olhar sobre a escola no Brasil e na Argentina”, financiada pela Fapemig e pelo CNPq. Como se trata de pesquisa comparada, acredita-se que irá contribuir para a produção teórica na área de educação e afins a partir da compreensão da proposta do Grupo de Pesquisadores mexicano, do Instituto Politécnico, associados ao Departamento de Investigação Educacional- DIE/ CINVESTAV, com larga recepção na pesquisa em educação, tanto no Brasil, quanto na Argentina. Não excluindo dessa recepção a pesquisa educacional desenvolvida também em Portugal. Com a realização do Workshop, pretende-se apontar novas possibilidades para a pesquisa sobre a realidade escolar no Brasil e na Argentina, como de resto, na ibero América. Ao apresentar e discutir os resultados da pesquisa, procurando dialogar com pesquisadores do México, da Argentina, Portugal e Brasil, tem-se como meta ampliar e articular uma rede de pesquisadores em torno da temática e constituir o Repositório de Informações Educacionais sobre Etnografia a ser disponibilizado para consulta. Finalmente, cabe destacar a importância do evento que visa fortalecer o Grupo de Pesquisa EDUC- Educação e Culturas, identificando e estabelecendo interlocução com outros pesquisadores e grupos de pesquisa para a troca de informação. E, ainda, a possibilidade de estudos conjuntos e comparados no Brasil, Argentina, México, Portugal e outros países, além da busca por publicar artigos com base nos resultados das investigações, contribuindo para o debate e o aperfeiçoamento da pesquisa na área de ciências humanas e sociais.
Veja mais, clicando aqui (arquivo em .pdf).

PÚBLICO- ALVO:
Pesquisadores, professores, mestrandos e doutorandos das áreas de Antropologia, Educação, Ciências Sociais, História, Filosofia e afins; graduandos e bolsistas da pesquisa.
PERÍODO: 22 e 23 de setembro de 2011
LOCAL: Auditório 2 – PUC- MINAS – Coração Eucarístico

N. DE PARTICIPANTES: Até 100, tratando-se de um evento que visa um debate qualitativo e
aprofundado com pesquisadores das áreas de ciências humanas e sociais sobre a interface
educação e antropologia.

As inscrições já se encontram abertas no site: www.ich.pucminas.br/pged
Será fornecido certificado aos participantes inscritos.


Clique aqui para fazer a sua inscrição.

Mais informações: (31) 3462-2884 / (31) 3412-7269 ou pged@pucminas.br.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Pesquisa e Infância: Desafios que as crianças lançam à etnografia

Pesquisa e Infância:
Desafios que as crianças lançam à etnografia.

Seminário Internacional
3 e 4 de novembro de 2011
Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP)
Porto - Portugal

Objectivos:
Pretende-se que este seminário possa contribuir para interrogar e repensar os modos como a Etnografia, com todo o seu potencial, mas também com todos os dilemas e desafios, tem contribuído para conhecermos as crianças e a infância e a partir destas também se tem transformado.
De modo mais específico procura-se:
- Ampliar e aprofundar o debate sobre questões epistemológicas, teóricas, metodológicas e éticas inerentes à etnografia com crianças e acerca da infância;
- Construir um espaço de reflexão crítica, contínua e sistemática sobre a prática etnográfica neste campo de estudos;
- Promover o intercâmbio entre investigadores e áreas disciplinares, de modo a criar possibilidades de colaboração em projectos de pesquisa e outras iniciativas científicas e educacionais conjuntas;
- Dispor de tempo e espaço para a discussão das comunicações apresentadas.

Call for papers:
Serão aceites propostas de várias áreas disciplinares, desde que contemplem de modo explícito e objectivo pelo menos uma das temáricas acima mencionadas. As contribuições podem conter texto e imagem.
A proposta deve conter título, resumo até 250 palavras, 5 palavras-chave, nome do/a autor/a, breve biografia (até 50 palavras) e filiação institucional.
Línguas do evento: português e espanhol
Valor(es) da inscrição:
40 euros
15 euros (estudantes)

Datas importantes:
 Submissão do resumo  Até 30 de Setembro
 Devolução dos resultados  Até 10 de Outubro
 Inscrição e pagamento  De 10 a 30 Outubro

Para inscrições, clique aqui.

Para mais informações, visite o site do evento, clicando aqui.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

III REUNIÃO EQUATORIAL DE ANTROPOLOGIA


GT 14 - Antropologia, Etnografia e Culturas Escolares 

Amurabi Pereira de Oliveira (UFAL)
Eliana de Barros Monteiro (UNIVASF)
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Sempre houve, na antropologia, uma preocupação em torno dos meios através dos quais o conhecimento é produzido nas diversas sociedades, bem como, o modo que ele é passado adiante, transformado e utilizado. Abarcando, assim, uma concepção alargada de educação.
No Brasil, produções interdisciplinares que abarcam a antropologia e a educação vêm abrindo espaços de diálogos entre estes saberes. Os processos de ensino e aprendizagem transpassam da cultura escolar para a prática da vida cotidiana, do universo cultural que lhe são circunscritos. Bergamashi (2007) e Conh (2005) enfatizam o universo infantil para pensar a prática da educação entre os Guarani e os Xikrin, respectivamente. Nestes contextos socioculturais, identificam-se como nortes de significação cultural são essenciais para entender a própria dinâmica escolar destes grupos.
Buscamos superar a dicotomia entre a antropologia e a educação, que muitas vezes situa esta como prática e aquela como ciência (GUSMÃO, 1997). É inegável a convergência dos dois debates, e cada vez mais a antropologia é chamada a se posicionar acerca da multiplicidade da realidade cultural e social, existente na escola (ROCHA & TOSTA, 2009).
O multiculturalismo, como invenção moderna (HALL, 2009), complexifica a questão. A escola apresenta-se cada vez mais como uma realidade plural, e não como um espaço monocultural. A ideia da interculturalidade na prática educativa é fazer a diversidade ser refletida e compartilhada entre os indivíduos, como nos indica Cuéllar (2001).
Nossa proposta de GT focaliza-se nas práticas do cotidiano escolar, e na apreensão de tais práticas em uma perspectiva antropológica. Em outros termos, como pensar a Educação com a Antropologia? Tratamos, portanto, de pesquisas escolares e dos modos como a abordagem antropológica possibilita uma imersão no universo escolar. Abrimo-nos aqui às mais diversas abordagens, que toquem à temática da antropologia da educação.


MINI CURSO:  Antropologia e Pesquisa Educativa Intercultural

Coordenação:
Maxim Repetto Maxim Repetto (UFRR)
Maria do Socorro Pimentel (UFRR)
Fabíola Carvalho (UFRR)
Resumo: Neste mini-curso revisaremos alguns dos debates contemporâneos sobre pesquisa educativa em interculturalidade envolvendo um campo amplo de reflexão, desde a redefinição do próprio Estado Nacional, os debates contemporâneos sobre participação e Direitos Humanos, até os debates sobre educação escolar indígena e de “interculturalidade para todos”. Um foco especial do debate estará centrado no estudo de propostas metodológicas e teóricas sobre educação intercultural, em especial nos desafios da pesquisa educativa com crianças, jovens e adolescentes indígenas. O principal objetivo é divulgar a temática da educação intercultural e seus vínculos com a antropologia e os estudos sociais de forma mais ampla. Neste contexto que o Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena vem formando professores indígenas no Curso de Licenciatura Intercultural, sendo que no Brasil hoje são aproximadamente 23 cursos em diferentes instituições de ensino superior. No entanto falar em educação intercultural implica abrir um leque de debates, não são conceitos unívocos, mas bem polissêmicos. Buscamos, a partir da troca de experiências, ampliar o debate epistemológico e metodológico, de forma a buscar novos horizontes de compreensão e atuação.