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O blog Antropologia da Criança apenas divulga eventos e publicações. Procurem nas respectivas postagens o link do evento para fazer sua inscrição, bem como o link da revista para enviar seu texto - a página Contato não serve para isso.


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Bibliografia Atualizada

BRY, Eugenia M. R. Angelitos Negros... Que también se van al cielo... Infancia y Adolescencia encarcelada. UNR Editora. 2011.
BUSSOLETTI, Denise M; MEIRA, Mirela R; PASTOR, Begoña G. Infâncias: ética, estética e criação. Pelotas: Editora e Gráfica Universitária - UFPel. 2011.
CHARLOT, Bernard. A etnografia da escola. Em Aberto, Brasília, ano 11, n.53, jan./mar. 1992.
GOTTLIEB, Alma. Para onde foram os bebês? Em busca de uma antropologia de bebês (e de seus cuidadores). PSICOLOGIA USP, São Paulo, 20(3),  julho/set. 2009.
GOUVEA, Maria C. S. A criança de favela em seu mundo de cultura. Cad. Pesq., São Paulo, n.86, Ago.1993.  
GUSMÃO, Neusa M. M. Desafios da diversidade na escola. Revista Mediações, Londrina, v.5, n.2, jul./dez. 2000.  
JUNGES, Clarice; EUGENIO, Rosalice S. Educação de meninos e meninas de rua em Londrina. RevistaMediações, Londrina, v.9, n.1, jan/jun. 2001.  
LEWIS, Liana. Como ser uma criança na calçada – pontuações etnográficas sobre algumas crianças em situação de rua na cidade do Recife. Revista Mediações, Londrina, v.9, n.2, 2004.  
MARTINS, Raimundo (Org.) Visualidade e Educação. Goiânia: FUNAPE, 2008.
MORUZZI, Andrea B. A Sociologia da Infância: esboço de um mapa. Educação: Teoria e Prática, v. 21, n.36, jan/jun-2011.
MÜLLER, Fernanda; HASSEN, Maria de N. A. A infância pesquisada. PSICOLOGIA USP, São Paulo, 20(3), jul/set. 2009.
PEREIRA, Rachel F. As culturas da infância nas dinâmicas de sociabilidade entre bebês. Momento, Rio Grande, 19 (1), 2010.
PIRES, Flávia F. Quem tem medo de mal-assombro? Religião e Infância no semiárido nordestino. Ed. E-papers. 2011.
PRADO, Renata L. C.  O pesquisador e as crianças em investigações sobre a infância: algumas considerações. VERAS, v.1, n.1, 2011. 
QVORTRUP, Jens. Nove teses sobre a “infância como um fenômeno social”. Pro-Posições, Campinas, v. 22, n. 1 (64), p. 199-211, jan./abr. 2011.
RIZZINI, Irene; PILOTTI, Francisco (Orgs.). A arte de governar crianças: a história das políticas sociais, da legislação e da assistência à infância no Brasil. São Paulo: Cortez, 2009.
RUTANEN, Niina. Crianças de dois anos de idade como coconstrutoras de cultura. PSICOLOGIA USP, São Paulo, 20(3), jul/set. 2009.  
SANTOS, Rafael J. Dos; ARANTES, Eduardo M.  “Professor, sou muito etnocêntrica!” Ou: Relato sobre a dupla dimensão da descoberta da antropologia em sala-de-aulaPerCursos, v.6, n.1, 2005.
SILVA, Ursula da (Org.). Arte e Visualidade: Desafios da Imagem. Pelotas: Editora e Gráfica Universitária UFPel, 2011.
SILVA, Ursula R. da (Org.). Arte na Escola: Diálogos Interdisciplinares. Pelotas: Editora e Gráfica Universitária UFPel, 2011.
SOBRINHO, Roberto. S. M. Vozes Infantis Indígenas. Ed.Valer, 2011.
SOMMERHALDER, Aline; ALVES, Fernando D. Brincar Infantil e Subjetividade: reflexões a partir da brincadeira de casinha. Educação: Teoria e Prática, v.21, n.36, jan/jun-2011. 
STACCIOLI, Gianfranco. As di-versões visíveis das imagens infantis. Pro-Posições, Campinas, v.22, n.2 (65), maio/ago. 2011.
VASCONCELLOS, Vera Maria Ramos de; SARMENTO, Manuel Jacinto. Infância (in)visível. Araraquara, SP: Junqueira & Marin, 2007.

domingo, 30 de outubro de 2011

I Seminário sobre Infância/Criança Indígena

Clique na imagem para ampliar.



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Para onde foram os bebês?

PARA ONDE FORAM OS BEBÊS? EM BUSCA DE UMA ANTROPOLOGIA DE BEBÊS (E DE SEUS CUIDADORES)
Alma Gottlieb

Resumo: Em quase toda a literatura antropológica bebês são frequentemente negligenciados, como se estivessem fora do escopo tanto do conceito de cultura quanto dos métodos da disciplina. Este artigo propõe seis razões para essa exclusão dos bebês da discussão antropológica: as memórias e o status parental do próprio antropólogo, a questão problemática da agência dos bebês e sua suposta dependência de outras pessoas, suas rotinas ligadas às mulheres, sua aparente incapacidade de comunicação, sua propensão inconveniente a vazar através de vários orifícios, e seu aparente baixo grau de racionalidade. A investigação de como os bebês são concebidos fora do mundo ocidental industrializado pode nos levar a percebêlos de uma forma bastante diferente da entendida no Ocidente (inclusive por antropólogos). O confronto entre esses dados comparativos sugere a importância de se considerar os bebês sujeitos relevantes e benéfi cos para os objetivos da Antropologia.
Palavras-chave: Bebês. Antropologia. Teoria social. África Ocidental.

PSICOLOGIA USP, São Paulo, julho/setembro, 2009, 20(3), 313-336.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Angelitos Negros... Que también se van al cielo...


ANGELITOS NEGROS... QUE TAMBIÉN SE VAN AL CIELO...
INFANCIA Y ADOLESCENCIA ENCARCELADA
ESTUDIO DE CASO CON MENORES DETENIDOS EN INSTITUCIONES CORRECCIONALES Y COMISARÍAS. ALGUNAS REFLEXIONES SOBRE LOS DERECHOS HUMANOS
Eugenia Ruiz Bry

El jueves 3 de NOVIEMBRE a las 19 hs, en el Aula 12 (2º piso) de la Esc. de Antropología, en la FAC de Humanidades y Artes de la UNR. Entre Rios 750

(ganador del el 1er premio a nivel nacional categoría obra, Concurso Bicentenario Amanecer 2010 "POR 200 AÑOS MAS A FAVOR DE LA INFANCIA Y LA ADOLESCENCIA")


Estarán presente parte de los jurado del concurso: El Dr. Franco Ghiglino PTE de la AsociaciónCivil Amanecer Bs. As y la Dra. Silva García, por la FAC. de Derecho UBA.


El tema tema central son los menores de edad varones , en situacion de pobreza extrema encarcelados. La autora recupera y sistematiza 25 años de estudio al respecto, en presentaciones en congresos internacionales, nacionales y mas recientemente la investigacion realizada para su tesis tesis doctoral en antropología sociocultural, que fue dirigida por el Nóbel a la paz, Adolfo Pérez Esquivel y por la Dra. Ethel Kosminski UNESP- Brasil y Queens N. York. En el desarrollo de la obra aparece la descripción literal de las condiciones de encierro carcelario en los lugares dispuestos para la detencion de menores de edad; en el periodo 2002/05, en la ciudad de Rosario.Poniendo en relieve, los efectos de la economia neoliberal en las poblaciones mas desfavorecidas economicamente, la problemática del consumo de sustancias, y su concatenacion como condicionante absoluto a la consecución del delito; asimismo pone en cuestion la pena privativa de la libertad; el rol de las agencias del Estado; la justicia, las formas de ejecucion, los tratados garantistas respecto a esta cohorte etaria; se interroga sobre los DD. HH. Concluye con una propuesta, a la problematica.

En el libro hay tambien una colaboración que realizó una discípula de la autora, la Lic. en Trabajo Social María Sol Santa Cruz , Cuando la pobreza adolece de adolescencia.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

IV Seminário A Infância Dura a Vida Inteira

IV Seminário 
A Infância Dura a Vida Inteira

7 à 9/12/11 - Pelotas, RS

Campus das Ciências Humanas e Sociais, Faculdade de Educação da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Rua Alberto Rosa, 154 - 3º piso – CEP:96010-770



O IV Seminário A Infância Dura a Vida Inteira tem como objetivos principais: - articular a produção teórica em torno da Infância, sob diferentes matizes e – socializar pesquisas e práticas pedagógicas na infância e na educação infantil.
O encontro tem como público principal os estudantes, educadores sociais e professores ligados à educação da infância, no intuito de congregar a produção acadêmica dos pesquisadores com as vivências d(n)as infâncias. São bem-vindos pesquisadores, estudantes e profissionais das áreas de Arte, Música, História, Filosofia, Educação, Comunicação, Literatura, bem como demais campos que abordem as reflexões sobre Infância. 


Comissão organizadora do evento:
Dr. Marcio Xavier Bonorino Figueiredo
Ms. Rita Medeiros
Drª Ana Cristina Coll Delgado
Drª Patricia Pereira Cava
Dr. Rogerio Costa Wurdig
Drª Marta Nornberg
Drª Mirela Ribeiro Meira
Drª Georgina Lima Nunes
Drª Maria de Fátima Duarte Martins
Esp. e Ms. Suélen Hernandes Moraes Junges (grupo de pesquisa)
Marceli Coelho Moreira (grupo de pesquisa, professora da rede)
Betris Elert da Silva (bolsista PIBiC)
Carla Teixeira Coelho (mestranda ESEF)
Maria Cristina Madeira (grupo de pesquisa HISALES, professora da rede) 



Inscrições:
Inscrição de trabalhos: de 24 de outubro a 20 de novembro.
Inscrição para participantes: até 20 de novembro.
Valor: R$25,00

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Vozes Infantis Indígenas

 

sábado, 22 de outubro de 2011

VII Jornadas de Sociología

http://www.ungs.edu.ar/
Instituto de Ciencias
Área de Sociología

VII Jornadas de Sociología
24 y 25 de abril de 2012
Campus UNGS, Los Polvorines, Buenos Aires

Primera Circular:
El Área de Sociología del Instituto de Ciencias de la Universidad Nacional de General Sarmiento invita a participar de las Jornadas de Sociología a desarrollarse durante los días 24 y 25 de abril del año 2012 en el Campus Universitario situado en J. M. Gutiérrez 1150, Los Polvorines, provincia de Buenos Aires.
Estas Jornadas de Sociología se proponen como un espacio de discusión e intercambio entre investigadores de la disciplina pertenecientes a distintas instituciones. El objetivo de la reunión es, en primer lugar, propiciar la difusión de investigaciones referidas a la sociedad argentina, sus características y las transformaciones sociales que la atraviesan en el presente. En segundo lugar, contribuir al desarrollo del análisis de la realidad social argentina elaborados desde una perspectiva sociológica, especialmente atenta a las tensiones entre condicionamientos objetivos y construcciones subjetivas, a los modos de articulación de las dimensiones biográfica y colectiva de la experiencia social, a las condiciones y modalidades en las que se tejen las relaciones sociales, a la productividad de las representaciones socialmente construidas acerca de lo social y a la historicidad de los procesos sociales. En tercer término, promover el intercambio entre profesionales con el fin de alentar la creación de redes de investigadores que trabajen sobre temáticas afines, y de consolidar las ya existentes. En cuarto lugar, generar discusiones sobre perspectivas teóricas y metodológicas novedosas, que contribuyan a renovar las herramientas de la investigación actual en la disciplina. Por último, se espera que estas jornadas favorezcan el desarrollo de distintos debates teóricos y políticos orientados hacia la comprensión de la realidad social de nuestros días.

Los Ejes temáticos propuestos son:

1) Sociología política y estudios de la acción colectiva
2) Estudios sobre las dinámicas de las relaciones laborales
3) Desarrollo, agro y desarrollo
4) Sociología económica
5) Estudios sobre cuestiones socioambientales
6) Sociología de la cultura
7) Sociología de las infancias y juventudes

La convocatoria para la presentación de ponencias se dirigirá a investigadores formados o en formación que presenten los avances y/o resultados de sus investigaciones recientes.

En breve se enviará una nueva comunicación que incluirá información detallada de las mesas temáticas, cronograma y requisitos para la presentación de abstracts y ponencias completas.


Dirección de contacto: jornadasocio2012@ungs.edu.ar

Instituciones financiadoras:
Universidad Nacional de General Sarmiento
Agencia Nacional de Promoción Científica y Tecnológica

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Quem tem medo de mal-assombro?

Quem tem medo de mal-assombro?
Religião e Infância no semiárido nordestino
Flávia Ferreira Pires
278 páginas
ISBN 978-85-7650-307-1
1° edição, 2011.


Link: http://www.e-papers.com.br/produtos.asp?codigo_produto=2157

Apresentação:
Quem tem medo do mal-assombro: religião e infância no semiárido nordestino já nasceu vocacionado a ser um clássico, introduzindo no Brasil a vertente de estudos antropológicos sobre a infância e desde a ótica das epifanias do sagrado, muito embora o livro não trate unicamente de crianças, mas também de adultos, de vivos e de mortos. A autora, desde a sua formação nos quadros do curso de graduação em Ciências Sociais da UFMG, a qual tive a honra e o privilégio de acompanhar de perto, já prenunciava a pesquisadora destemida e brilhante que o livro que agora vem a público atesta. Flávia nos convida a entrar no mundo do sagrado infantil, fazendo ecoar um outro convite, feito há exatos 73 anos por Michel Leiris no seu fabuloso Le sacré dans la vie quotidienne. Se com o segundo aprendemos que o sagrado é qualquer coisa de prestigioso, de insólito, de perigoso, de ambíguo, de interdito, de segredo, de vertiginoso, de sobrenatural, e cuja noção desenvolvemos na mais tenra/terna infância a partir da experiência de objetos, de lugares, de circunstâncias, de personagens (humanos e extra-humanos), como o chapéu de seu pai, o quarto parental, o banheiro, a salamandra, o hipódromo de Auteil, etc., que povoaram seu mundinho infantil e o educaram para o multiverso da força mágica, logo do poder criador da vida, Flávia nos ensina, numa fantástica etnografia da ontologia dos mal-assombros que, na Catingueira, e para as crianças, o sagrado assume a forma de vampiro, de bruxa, do Homem do Saco, do Papa-figo, da Rasga-mortalha, da Maria Fulozinha, do Gasparzinho (o Fantasminha Camarada), e vários outros personagens da TV, assim como de “acontecimentos inexplicáveis como uma zoada estranha, um vulto, uma bandeira branca, um pano branco, um peso na garupa da bicicleta, um clarão, uma sombra fria, uma gargalhada”; e ainda: “uma tocha de fogo, um assovio, uma voz estranha, uma réstia na parede, uma mão branca cheia de pelos. Sem falar no bicho-papão, no lobisomem, na Mulher de Branco, no espírito de luz,  no zumbi, na Cuca, no esqueleto, na mula sem cabeça, no Diabo, na Morte e nos animais como aranha caranguejeira, morcego, barata, cobra, cobra de cinco cabeças, rasga-mortalha (coruja), jacaré”. Conclui, dando droit de cité às crianças, afirmando que elas não somente têm “a sua visão do mundo”, reconhecendo que uma tal visão de mundo é “uma interpretação plausível, que ilumina aspectos do real que talvez estivessem obscuros a um adulto”, nos ensinado de modo cabal “a legitimidade da linguagem infantil como discurso elucidativo e analítico”. Vai mal-assombro ser gauche na vida...
Léa Freitas Perez

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Projeto Arte na Escola - Lançamentos 2011

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domingo, 16 de outubro de 2011

Seminário Juventude e Violência no RJ

SEMINÁRIO JUVENTUDE E VIOLÊNCIA NO RIO DE JANEIRO
18 de Outubro
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Rua São Francisco Xavier, 524
1º Andar - Auditório 13

PROGRAMAÇÃO:
 
09:00 – 10:40
Trajetórias de jovens cariocas e sua relação com o mundo do crime

Maria Claudia Coelho (LAV/UERJ) e João Trajano Sento-Sé (LAV/UERJ)
Helio R. S. Silva (ISER)
Paulo Jorge Ribeiro (ISP)

11:00 – 12:40
Análise Espacial da Vitimização Letal de Adolescentes e Jovens

Ignacio Cano (LAV/UERJ) e Eduardo Ribeiro (LAV/UERJ)
Rute Imanishi Rodrigues (IPEA)
Fernando Cavallieri (IPP)

14:10 – 15:50
Juventude, Violência e Polícia

Leonarda Musumeci (CESeC/UCAM) e Silvia Ramos (CESeC/UCAM)
Roberta Oliveira (UFRJ)
Coronel Robson Rodrigues (PMERJ)

16:10 – 17:50
Contextos de violência e suas relações com o ambiente escolar

Marcela Brandão (GESED/UFRJ)
Marcelo Baumann Burgos (PUC)
Representante da SME

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales, Niñez y Juventud

Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales, Niñez y Juventud


La Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales, Niñez y Juventud es una publicación semestral que recoge resultados de investigación y meta-análisis inter y trans-disciplinarios cuya calidad permite presentar trabajos inéditos, acumular y debatir saberes y conocimientos sobre la niñez y la juventud de Colombia, Latinoamérica y el Caribe y hacer aportes a la investigación de tan complejos campos de estudio desde diversas perspectivas disciplinarias tales como las neurociencias, la psicología, la sociología, la antropología, la pedagogía, la lingüística, la historia y la filosofía.

Su base es el programa de doctorado en Ciencias Sociales, Niñez y Juventud del Centro de Estudios Avanzados en Niñez y Juventud, de la alianza Universidad de Manizales y Cinde, en Manizales, Colombia. Se dirige a personas interesadas en la teoría y la práctica de estudiar, investigar, analizar y profundizar sobre los niños, las niñas y las y los jóvenes, así como de diseñar, evaluar y comparar programas y políticas de niñez y juventud. Acepta artículos en castellano, portugués, inglés y francés, preferentemente derivados directamente de investigaciones formalmente avaladas por instituciones universitarias, centros de investigación y entidades financiadoras públicas y privadas.

Link: 
http://revistaumanizales.cinde.org.co/index.php/Revista-Latinoamericana 

Archivos:
http://revistaumanizales.cinde.org.co/index.php/Revista-Latinoamericana/issue/archive



quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Call for Papers: Visions & Voices of Childhood

CFP: Visions & Voices of Childhood: A Graduate Student Conference
 
Visions and Voices of Childhood: A Graduate Student Conference
May 21-22, 2012
Department of Childhood Studies
Rutgers University - Camden
Camdem, NJ

The Rutgers University-Camden Childhood Studies Graduate Student Organization (GSO) invites submissions for paper presentations for its second formal graduate student conference to be held May 21-22, 2012 on the Camden, NJ campus. Graduate students from all disciplines who are engaged in research relating to children and childhood are encouraged to submit proposals.

As the field of childhood studies continues to grow, old and new debates and concepts continuously impact the study of children and childhood. Representations and interpretations of children's lives and perspectives have become central to these debates.  This conference proposes an open, broad definition of children's visions and voices.  Both the theoretical debates surrounding visions and voices and the application of such concepts are encouraged.

Topics can include, but are not limited to:

  • Representations of children across all media (literature, film, television, internet, etc.)
  • The theoretical concept of “the child’s voice” in qualitative and quantitative research
  • Children’s development
  • Rights of children
  • Globalization and children
  • Children's involvement in research
  • Ethical and methodological considerations for the child's voice
  • Visual literacy and children
  • Children and religion
  • Statistical representations of children
  • Children's health
  • Race, class, and gender in the study of children
  • Geographies and histories of childhood

We invite proposals from all disciplines - education, literature, economics, psychology, sociology, anthropology, law, political science, history, public policy, criminology, philosophy, medicine, religion, film studies, cultural studies, and the arts - as well as multi-disciplinary scholarly work.

Submission: 250-word abstract plus cover letter with name, current level of graduate study, affiliated university, and email address to childgso@camden.rutgers.edu. Include the words "conference abstract" in subject line, and include name on the cover letter only.

Deadline: December 15, 2011. Accepted presenters will receive notification by February 1, 2012.

Contact Matthew Prickett at prickett@camden.rutgers.edu if you have questions about the conference, or visit http://clam.rutgers.edu/~childgso/conference2012.html
 
Visit the Department of Childhood Studies here: http://childhood.camden.rutgers.edu/

Call for Papers: 2nd Global Conference: Childhood - A Persons Project

ChildhoodlogoCall for Papers

2nd Global Conference

Saturday 7th July 2012 – Monday 9th July 2012
Mansfield College, Oxford, United Kingdom



After a hiatus of one year, the Childhood Project is returning. This inter-disciplinary and multi-disciplinary conference project seeks to investigate and explore all aspects of childhood. The period of life prior to adulthood is one of dramatic change and development of physical, intellectual, psychological, and many other types of characteristics. The nature of childhood and its significance as a separate phase of life, however, is viewed quite differently in different cultures and in different historical eras. This conference will look at all aspects of the experience of childhood as well as the social and cultural perceptions of children and childhood. We encourage submissions on any theme to do with the nature of childhood, including, but not limited to the ones listed below.


1. Definitions of Childhood

  • How has the concept of childhood developed over time?
  • How is childhood viewed differently across different cultures and eras?
  • What are the boundaries of childhood? (Are children made to grow up too fast? Are mature people infantilized by definitions of the boundaries of childhood?)
  • Is ‘childhood’ a singular category or is it composed of quite distinct multiple categories? How does defining childhood also define adulthood and vice versa?

2. Childhood and Development

  • What are the important aspects of physical, psychological, emotional, intellectual, moral, social, etc. development in childhood?
  • How do institutions (like schools, medical centres, and even legal systems) effectively nurture the unique developmental needs of children?
  • How has our understanding of childhood as a period of development changed over time? Are there ways we are still getting it significantly wrong?

3. Children and Relationships

  • What are the dynamics of children’s relationships with their family, peers, and their community?
  • How are children’s social relationships either experienced positively or negatively?
  • What are the dynamics of children’s relationships with social institutions (like schools and religious organizations)?
  • What is the nature of children’s relationships with animals and nature?

4. Perceptions and Depictions of Childhood

  • How do adults perceive children and childhood?
  • How do they perceive the capabilities, responsibilities, and privileges of childhood?
  • How do they perceive their own experiences of childhood? (With nostalgia? embarrassment? amusement?)
  • How do children perceive themselves?
  • How are children and childhood depicted in academia and in the media such as art, literature, film, television, advertising, etc.?

5. Other Issues of Childhood

  • Children and education: What issues are the concerning how children are educated?
  • Children and leisure: How is involvement in recreational activities (including sports) either beneficial or harmful to children?
  • Children and the law: Does the criminal justice system effectively deal with children both as victims of crime and as perpetrators of crime?
  • Children and rights: What rights do children have in virtue of being children? To what extent must the choices of children be respected?
  • Children and gender: How are children socialized into gender-specific roles? What are the issues and concerns connected to how children form gender and sexual identities?
  • What is the nature of children’s relationship to the world of work?
  • Childhood in transition: how does adolescence bridge the child/adult world and to what extent are adolescents caught in a double-bind of being children and being adults?


The Steering Group welcomes the submission of pre-formed panel proposals. 300 word abstracts should be submitted by Friday 13th January 2012. If an abstract is accepted for the conference, a full draft paper should be submitted by Friday 11th May 2012.


300 word abstracts should be submitted simultaneously to both Organising Chairs; abstracts may be in Word, WordPerfect, or RTF formats with the following information and in this order:

a) author(s), b) affiliation, c) email address, d) title of abstract, e) body of abstract,  f) up to 10 key words

E-mails should be entitled: CHILD2 Abstract Submission.


Please use plain text (Times Roman 12) and abstain from using footnotes and any special formatting, characters or emphasis (such as bold, italics or underline). Please note that a Book of Abstracts is planned for the end of the year. All accepted abstracts will be included in this publication. We acknowledge receipt and answer to all paper proposals submitted. If you do not receive a reply from us in a week you should assume we did not receive your proposal; it might be lost in cyberspace! We suggest, then, to look for an alternative electronic route or resend.


Joint Organising Chairs:

Wendy Turgeon
Project Leader
St. Joseph’s College,
New York,
USA

Rob Fisher
Network Founder and Leader
Inter-Disciplinary.Net
Freeland, Oxfordshire,
United Kingdom


The conference is part of the Probing the Boundaries programme of research projects. It aims to bring together people from different areas and interests to share ideas and explore various discussions which are innovative and exciting.

All papers accepted for and presented at this conference will be eligible for publication in an ISBN eBook. Selected papers maybe invited for development for publication in a themed hard copy volume(s)

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Youthpolicy.org Thematic Web Pages: Call for Proposals

Call for Proposals for Youthpolicy.org Thematic Web Pages

Call for Curation Proposals

The Open Society Foundations’ Youth Initiative requests proposals for up to $10,000 in funding to develop and curate thematic pages on the new global youth portal and community at youthpolicy.org.
The site aims to consolidate knowledge and information on youth policies across the international sector, ranging from analysis and formulation to implementation and evaluation.

Themes

Potential themes for website pages include, but are not limited to:
  • Participation and Citizenship
  • Activism and Volunteering
  • Children and Youth Rights
  • Youth with Disabilities
  • Global Drug Policy
  • Community Work
  • Research and Knowledge
  • Informal Learning
  • Youth, Environment and Sustainability
  • Multiculturalism and Minorities
  • Justice

You can find additional information about these and other potential youthpolicy themes here.
Download the complete guidelines and application form: Call Curation Thematic Pages
http://www.youthpolicy.org/

Christina Toren no Brasil


O PPGAS da UFSCar, em colaboração com a USP e a UNICAMP e com financiamento da FAPESP, convida para a programação da visita de Christina Toren ao Brasil.

Christina Toren é professora da University of St. Andrews, Scotland (U.K), e autora de Making Sense of Hierarchy. Cognition as social process in Fiji (London, Athlone, 1990), Mind, Materiality and History. Explorations in Fijian Ethnography (London: Routledge, 1999) e a edição especial What is Happening to Epistemology? (Social Analysis. Volume 53, Issue 2, 2009), além de dezenas de artigos em periódicos e coletâneas.


PROGRAMAÇÃO:

CONFERÊNCIA: Imagining the world that warrants our imagination – the revelation of ontogeny 
Universidade de São Paulo/SP, 21 de outubro de 2011
 
CONFERÊNCIA: Towards a unified model of human being: confronting issues in anthropology and psychology 
35o. Encontro Anual da ANPOCS, Caxambu, 25 de outubro de 2011

Participação na Mesa Redonda “Antropologia da Criança: qual antropologia?”, coordenada por Clarice Cohn (PPGAS/UFSCar), com Antonella Tassinari (UFSC), Ana Gomes (UFMG) e Fernanda Bittencourt (PUC-RS). 
35º. Encontro Anual da ANPOCS, Caxambu, 26 de outubro de 2011

CONFERÊNCIA: The evanescence of experience and how to capture it 
Museu Nacional/RJ, 4 de novembro de 2011


Fonte: http://www.ufscar.br/ppgas/

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Palestra: “QUANDO EU CRESCER, EU VOU ESCOLHER A MINHA RELIGIÃO!”

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - PPGS/PPGA

Grupo de Pesquisa CRIANÇA: Sociedade e Cultura - CRIAS - CONVIDA para a palestra:

“QUANDO EU CRESCER, EU VOU ESCOLHER A MINHA RELIGIÃO!”:
a reinvenção da religião dos brasileiros através do olhar infantil

Roberta Bivar C. Campos (UFPE)

Resumo:
Qual é a religião da criança nordestina? O que orienta a sua experiência religiosa e entendimento de sua religiosidade e de seus próximos? Como reage à diversidade religiosa? Este artigo pretende refletir como a criança nordestina de classe média da cidade do Recife experimenta e pensa sua identidade religiosa e as dos colegas de escola. Procuramos compreender como as crianças vivenciam a diferença no espaço escolar brasileiro com a finalidade de percebermos se seu comportamento refletiria atitudes de respeito e inclusão das diferenças ou se expressaria intolerância.
Autoria: Roberta Bivar C. Campos (Professora Adjunta IV UFPE) e Juliana Cintia Lima e Silva (Mestranda PPGA- UFPE)
DIA 14/10/11
ÀS 14:OOH
SALA DE AULA DO PPGA/ CCHLA/UFPB

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

II Jornada de Pesquisa sobre Infância e Família

II Jornada de Pesquisa sobre Infância e Família

Data: 24 e 25 de novembro de 2011.

Local:  Auditório da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) Prédio 5

Organização:
Núcleo de Antropologia e Cidadania (Naci) da UFRGS/Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFRGS;
Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais/PPG em Ciências Sociais da PUCRS


As II Jornada de Pesquisa sobre Infância e Família tem por objetivo propiciar o debate sobre diversos aspectos das práticas de crianças e adolescentes, das lógicas de cuidado e de socialização de novas gerações, das políticas de atendimento a crianças, adolescentes e famílias, além de discutir os desafios e potencialidades do estudo com crianças e adolescentes e das políticas de proteção à infância como campo de reflexão e engajamentos diversos. O evento reunirá trabalhos de pesquisadores em diversos níveis de formação, além de profissionais da área de intervenção e do cuidado de crianças, adolescentes e famílias, focando-se prioritariamente nos desafios que tais problemáticas colocam para a pesquisa acadêmica e para os projetos de intervenção social. Trata-se de investir nas reversibilidades das práticas e saberes acumulados  nos âmbitos acadêmicos e das políticas de proteção à infância e família, promovendo o intercâmbio entre pesquisadores e profissionais da área. 

Chamada para Apresentações de trabalho:

Haverá duas sessões com mesas de apresentação de trabalhos e uma sessão de apresentação de pôsteres, abertas a pesquisadores e professores, alunos de graduação e pós-graduação de diferentes instituições de ensino e pesquisa, assim como profissionais da área.

Sugere-se como temas a serem abordados: 

a) projetos e políticas de proteção à infância e família;
b) maternidade, paternidade e relações intergeracionais;
c) a criança e suas relações e linguagens;  
d) diversidade social e processos de institucionalização da vida;
e) saberes e expertises da criança e da gestão da infância e família;
f) pesquisas e práticas com crianças e instituições de proteção: desafios;
g) etnografia com crianças e jovens em diferentes contextos conflitos e mediações.


Prazo para o envio dos resumos: até o dia 25 de outubro de 2011.

Os resumos devem ser enviados para o e-mail: 2jornada2011@gmail.com

Formato dos Resumos:
Os resumos deverão ser enviados em arquivo Word e deverão conter: a descrição do trabalho em até 20 linhas, o título da exposição, o nome do/a autor/a, sua formação, sua filiação institucional ou procedência e email para contato. Além disso, o/a autor/a deverá indicar o formato em que deseja apresentar (pôster, apresentação em mesa ou em qualquer destes formatos).

Mais informações no site do evento: http://www.wix.com/2jornada/2011

domingo, 2 de outubro de 2011

XVI CICLO DE ESTUDOS SOBRE O IMAGINÁRIO

XVI CICLO DE ESTUDOS SOBRE O IMAGINÁRIO
Congresso Internacional
18 a 21 de Outubro 2011
Recife - Brasil 

 

 O IMAGINÁRIO E AS DINÂMICAS DO SEGREDO

O XV Ciclo de Estudos sobre o Imaginário, realizado em 2008, tratou do "imaginário do envolvimento/desenvolvimento": conferências e debates mostraram, nas diversas dimensões da organização social, em diversas culturas, a presença e a importância do segredo. O XVI Ciclo pretende então se debruçar sobre o tema. Tema objeto de interesse de vários autores e estudiosos como Simmel e Bachelard entre outros. Em seu livro O imaginário do segredo (1998), Pierre Brunel diz que « o próprio do segredo é que ele dá a imaginar." Já Michel Maffesoli, em entrevista publicada, considera que "apocalipse significa 'cobrir, envolver, esconder' e também 'descobrir, desvelar'. É pois preciso entendê-lo como aquilo que revela o escondido, o que torna aparente o segredo", sendo que "a época espera seu próprio apocalipse, isto é, ser revelada a si-mesma": trata-se então de revelar a si mesma a pós-modernidade. Muniz Sodré aborda, em relação ao poder político, os "segredos muito bem guardados". A revista franco-portuguesa Sigila, dedicada ao tema, trata de perceber os mecanismos de ocultação de fatos, de "delinear as fronteiras, as relações, os intercâmbios e as interferências entre o segredo, o enigma, o mistério, a dissimulação, a mentira, o íntimo, o silêncio, o mutismo, a confissão...". Necessário, na medida em que se encontra no âmago de toda identidade, e perverso quando utilizado para enganar e manipular setores do social, o segredo é indissociável das diversas dimensões da vivência. Ele se encontra subjacente à própria organização cultural na medida em que está atrelado às concepções fundamentais de vida e morte. O segredo tem a ver com todas as áreas de conhecimento, tais como: educação, saúde, economia, história, política, indústria, museologia, ciências sociais e "exatas", arte, arquitetura, religião, literatura, psicologia, direito, família, sexualidade etc., e com a vivência do cotidiano. Tem a ver com todas as culturas. Do segredo íntimo ao segredo de Estado, todas as dinâmicas são possíveis. O objetivo geral deste Ciclo de Estudos sobre o Imaginário é discutir, a partir das dimensões simbólicas, arquetípicas e míticas, as dinâmicas do segredo nos diversos setores sociais e em diversas culturas, procurando delinear as modalidades de seu impacto na contemporaneidade.