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quarta-feira, 30 de abril de 2014

II SEMINÁRIO INFÂNCIA CRIANÇA INDÍGENA


II SEMINÁRIO INFÂNCIA CRIANÇA INDÍGENA

18-22 de agosto de 2014.


O II Seminário Infância Criança Indígena está sendo organizado pela Universidade Federal de São Carlos, sob coordenação da Prof.ª Drª Clarice Cohn, em continuidade à 1ª edição, organizada pela Universidade Católica Dom Bosco, (UCDB), Mato Grosso do Su,l no ano de 2011.

Mesas Redondas:
"Crianças Mapuche e direitos indígenas na Argentina"
Crianças e outras criações
Conselhos e benzimentos - criando crianças no Alto Rio negro
O debate sobre infâncias indígenas nas formações de profissionais indígenas
Criança indígena e direitos

Grupos de Trabalho:
Direitos e políticas para crianças indígenas
Crianças indígenas nas escolas
Infâncias e Crianças: pesquisas em antropologia da criança

O evento também conta com exibições de filmes e exposições fotográficas.

Mais informações, clicando no link: II Seminário Infância Criança Indígena
 

quinta-feira, 17 de abril de 2014

IV Seminário de grupos de pesquisa sobre crianças e infâncias


24 a 27 de setembro de 2014.

Faculdade de Educação, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, Goiás.

Site do evento: http://grupeci.fe.ufg.br/

Cronograma:

Eixos Temáticos:

1 - História e Concepções de Infância – Contempla os campos de conhecimentos científico-acadêmicos voltados à reflexão acerca da infância, considerando diferentes perspectivas teórico-epistemológicas: Pedagogia da Infância, Sociologia da Infância, Antropologia da Infância, Geografia da Infância, Filosofia da Infância, História da Infância, Psicologia do Desenvolvimento e outras.
2 - Infância e Tecnologias – Abrange pesquisas e reflexões sobre as relações entre culturas, infâncias e mídias, e as mediações tecnológicas nos processos educacionais.
3 - Práticas Educativas e Infâncias – Abrange o cotidiano de diferentes instituições educacionais, incluindo suas atividades, organização do espaço, do tempo, as interações, documentação, avaliação, conteúdos e metodologias.
4 - Políticas para a Infância e Formação de Professores – Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas e reflexões sobre a formação de professores em suas dimensões e especificidades: creches, pré-escolas, movimentos sociais, educação indígena, educação a distância e outras.
5 - Infância, Cultura, Diversidade e Inclusão – Contempla estudos sobre concepções, políticas e práticas relacionadas à infância e diversidades, de modo especial, às identidades e diversidades regionais, de gênero e sexualidade, etnorraciais e educação inclusiva.

terça-feira, 18 de março de 2014

Histórias de meninas e meninos marcados pela ditadura


Download gratuito do livro “Direito à Verdade - Histórias de meninas e meninos marcados pela ditadura”. http://goo.gl/BFougZ


Vi na página do Café História no Facebook: www.facebook.com/CafeHistoria

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Call For Abstracts: Children and Childhoods in Latin America

Call For Abstracts:
Proposed Special Issue on Children and Childhoods in Latin America
 
Childhood’s Today (ISSN1753-0849)
 
 
Much of the theorizing and methodological development of the interdisciplinary field of Childhood Studies has been primarily developed within the Global North. Whether the concepts of agency, participation and rights as understood by Northern academics are useful to comprehend the lives of children in the Global South is yet to be investigated. In this sense it is important to not only question the specific constraints and potentialities that southern children face, but also address the similarities between their childhood experiences and those of their counterparts in the Global North. To say that children and childhood changes over time and context, is rather obvious. But how these changes effect children’s childhoods is still worth enquiring, especially from a Latin American perspective.
 
Therefore, the editors of this special issue of Childhood’s Today are looking for papers that will enable us to assess how research on Latin American childhoods and children can contribute to, and challenge, the field of Childhood Studies. This special issue will consider articles focusing on, but not exclusively, how State interventions affects children’s lives; children’s work or child labour; children’s rights; theoretical, ethical and methodological issues on researching with children; ethnographical accounts of children’s lives, including how religion, ethnic, economics and politics shape childhoods.
 
The editors of this proposed special issue of Childhood’s Today are Dr. Flávia Pires, Professora Adjunta at the Universidade Federal da Paraíba (Brazil) and Visiting Researcher at the Centre for the Study of Childhood and Youth (CSCY), the University of Sheffield (UK) & Christiane Falcão, PhD candidate in Social Anthropology from University of St. Andrews, MA. in Anthropology from Universidade Federal de Pernambuco (Brazil) and MA. in Social and Cultural Anthropology from Vrije Universiteit (The Netherlands).
 
Please submit abstracts of between 300 and 500 words to both Flávia Pires (ffp23279@gmail.com) and to Christiane Falcão (cf45@st-andrews.ac.uk) by July 31st, 2012. Abstracts and articles must be submitted in English.
 
As Childhoods Today seeks to provide an international forum designed exclusively for the publication of articles by postgraduate students (i.e. those studying for the MA, M.Phil. or PhD), as well as those who have recently completed their PhDs in the field of Childhood Studies, only postgraduate taught and research students and those who have been awarded their PhDs in the past one year will be eligible to submit to this special issue. We particularly welcome contributions from students from the southern countries.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Seminário Olhares sobre a(s) infância(s) e a(s) criança(s) nos países de língua portuguesa

Seminário Olhares sobre a(s) infância(s) e a(s) criança(s) nos países de língua portuguesa
 
Dia 26 de abril, das 9h às 18h, na sala 101 da Faculdade de Educação da UFRGS. As vagas são limitadas, gratuitas e por ordem de inscrição. Os palestrantes são autores do livro Crianças dos países de língua portuguesa: histórias, culturas e direitos, organizado pela profª Verônica Regina Müller, da Universidade Estadual de Maringá.  Informações e inscrições pelo email seminario.infancia.ufrgs@gmail.com

Programação:

8:30 - Abertura
9:00 - Jogos de imagens e espelhos: um olhar sociológico sobre a infância e as crianças em Portugal
Palestrantes: Catarina Tomás e Natália Fernandes (PORTUGAL)
10:45 - A voz de alunos e professores timorenses sobre os direitos da criança em Timor-Leste no decorrer da história
Palestrante: Benvinda Oliveira (TIMOR-LESTE)
14:00  - Crianças do Brasil: percursos históricos para a conquista de direitos
Palestrante: Verônica Regina Müller (BRASIL)
15:45 - Ser criança no meio rural em Angola: infância, tradição, educação e cidadania
Palestrante: Eugênio Alves da Silva (ANGOLA)
17:00 - A gestão das crianças em situação de rua e o surgimento do Estado Serviço Social em Cabo Verde
Palestrante: Redy Wilson Lima (CABO VERDE)

Fonte: GEIN UFRGS

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Crianças em um Mundo Urbano - SITUAÇÃO MUNDIAL DA INFÂNCIA 2012

SITUAÇÃO MUNDIAL DA INFÂNCIA 2012

"Crianças em um Mundo Urbano"


Cidades não conseguem atender às necessidades das crianças, alerta UNICEF

Nova Iorque, 28 de fevereiro – O processo de urbanização exclui dos serviços essenciais centenas de milhões de crianças que vivem nas cidades, alerta o UNICEF no relatório Situação Mundial da Infância 2012: Crianças em um Mundo Urbano.


Segundo o relatório, em poucos anos, a maioria das crianças crescerá em cidades e não em zonas rurais. No mundo, o crescimento de cerca de 60% da população urbana está relacionado ao nascimento de crianças em cidades.
“Quando pensamos em pobreza, a imagem que vem à mente é a de uma criança em uma comunidade rural,” diz o Diretor Executivo do UNICEF, Anthony Lake. “No entanto, as crianças vivendo em favelas e periferias estão entre os grupos mais desfavorecidos e vulneráveis no mundo. São privadas do acesso aos serviços mais básicos e têm negado o seu direito de se desenvolver.”
“Excluir essas crianças não apenas impede que elas desenvolvam todo o seu potencial, mas também priva as sociedades dos benefícios econômicos de uma população urbana com saúde e educação”, disse Lake.
No mundo, as cidades oferecem para muitas crianças a oportunidade de ter acesso à escola, aos serviços de saúde e às áreas de lazer. No entanto, as mesmas cidades são cenários de grandes disparidades em relação à saúde, à educação e às oportunidades.
Em várias regiões do mundo, a infraestrutura e os serviços não estão sendo ampliados no mesmo ritmo do crescimento urbano e as necessidades básicas das crianças não estão sendo atendidas. As famílias em situação de pobreza, muitas vezes, pagam mais por serviços de qualidade inferior. O custo da água para comunidades pobres, por exemplo, pode ser até 50 vezes maior para moradores que compram esse bem de provedores privados em relação aos valores pagos por comunidades vizinhas, que têm acesso ao abastecimento canalizado.
As privações enfrentadas por crianças em comunidades pobres urbanas são muitas vezes obscurecidas pelas médias estatísticas, que não distinguem moradores de baixa e de alta renda das cidades. Quando as médias são usadas para fazer políticas públicas urbanas e distribuir recursos, as necessidades dos mais pobres podem ser ignoradas.

Construindo cidades para as crianças - É crucial adotar o foco da equidade, ou seja, dar prioridade para as crianças mais vulneráveis, onde quer que elas vivam.
O UNICEF encoraja os governos a dar prioridade às crianças e aos adolescentes no processo de planejamento urbano e a melhorar e ampliar os serviços para todas eles. No Brasil, as eleições municipais deste ano representam uma grande oportunidade para os eleitores votarem em prefeitos comprometidos com a causa da infância e da adolescência.
De acordo com o UNICEF, são necessários dados desagregados e precisos para ajudar a identificar as disparidades entre crianças nas áreas urbanas. A falta desse tipo de dados é uma evidência de que esses temas não têm sido levados em consideração.

Os governos podem fazer mais, mas a ação das comunidades também é um fator fundamental - O relatório aponta que é preciso reconhecer os esforços das comunidades para lidar com a pobreza urbana e apresenta exemplos de parcerias com as comunidades, principalmente, envolvendo crianças e adolescentes.
A publicação aponta que essas parcerias têm alcançado resultados concretos, como a melhoria de infraestrutura pública no Rio de Janeiro e em São Paulo, o aumento das taxas alfabetização em Cotacachi (Equador) e o preparo mais efetivo para situações de desastre em Manila (Filipinas). Em Nairóbi (Quênia), adolescentes mapearam as favelas onde moram para oferecer informações aos planejadores urbanos.

Plataforma dos Centros Urbanos - No Brasil, a Plataforma dos Centros Urbanos, do UNICEF, implementa uma metodologia inovadora nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro desde 2008. A iniciativa envolve autoridades municipais, estaduais, as próprias comunidades e o setor privado. O objetivo é fazer com que crianças e adolescentes que vivem em comunidades populares (favelas ou periferias) sejam prioridade nas políticas públicas, reduzindo as iniquidades socioeconômicas que afetam suas vidas.
Utilizando diagnósticos discutidos em parceria com as comunidades, as prefeituras municipais atuam para  cumprir 20 metas na área da infância e adolescência.
As 80 comunidades populares que participam da iniciativa, por sua vez, são apoiadas a planejar e implementar ações para alcançar metas relacionadas à melhoria das condições de vida de seus meninos e meninas. Nesse processo, as comunidades trabalham em articulação com organizações não governamentais, representantes locais do poder público e empresas.
Até o momento, como resultado desses esforços, já foram desenvolvidas, por exemplo, políticas públicas para melhorar o atendimento a casos de violação dos direitos das crianças e dos adolescentes, aprimorar a qualidade da educação e ampliar o atendimento à gestante e ao bebê.
Nas  comunidades, observa-se uma maior integração entre alunos, professores e pais, a revitalização de espaços públicos, a melhoria de serviços de saúde e assistência social, a criação e o fortalecimento de redes locais.
O primeiro ciclo da Plataforma dos Centros Urbanos será encerrado este ano com a divulgação dos resultados da iniciativa e com o reconhecimento das comunidades que mais avançaram em relação às metas previamente definidas.
Em nível global, o UNICEF e o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT) estão trabalhando juntos há 15 anos na iniciativa Cidades Amigas da Criança (Child-Friendly Cities Initiative) para construir parcerias capazes de colocar a criança no centro da agenda urbana, ampliar a oferta de serviços e criar ambientes protetores e acolhedores.
“A urbanização é um fato e temos que investir mais nas cidades, dando mais atenção à oferta de serviços para as crianças que mais precisam,” disse Lake.

Fonte: UNICEF Brasil

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

CFP: Children and Childhood in the Humanities



Call for Papers
2012 Virginia Humanities Conference

Theme:
 Children and Childhood in the Humanities


Location: Roanoke College, Virginia


Date: March 23–24, 2012
Submission Deadline: February 15, 2012



SUBMISSION GUIDELINES:
The Virginia Humanities Conference invites proposals for papers and panel sessions that address the theme “Children and Childhood in the Humanities.” (Humanities disciplines include philosophy, religion, art, art history, cultural studies, communication, history, literature, music, and the performing arts.)
Although children have always been an integral part of the humanities, they have often been overlooked in scholarship. Yet it is not hard to find children inhabiting most of the central works—from the Odyssey, the Gospels, the Hindu epics, and the Tao te Ching, to coming-of-age novels and fantasy films.
Our concepts about childhood are central to our understanding of what it means to be human. Philosophers, religious leaders, creative artists—all have constructed arguments about the nature of children and childhood. Children have been regarded as miniature adults, sinful creatures, innocent minds, and creative beings. Childhood is here broadly defined but could include any stage from infancy to second childhood and even the inner child.
We want to encourage interdisciplinary exchange on this topic from a variety of fields. Contributions from the social sciences are welcome if they are focused on aspects of the humanities (e.g., a sociological reading of a novel or work of art).
Please submit a 250-word proposal by email to mdharris@roanoke.edu or by mail to Marwood Larson-Harris, Religion Department, Roanoke College, 221 College Lane, Salem, VA 24153. Proposals for panel sessions should identify all participants and include both an overview and a brief abstract of each presentation.
Faculty-directed undergraduate submissions are also welcome.

For more information, please visit: